Confronto no Castelo de Grace Incendeia Tempestade de Ciúmes
Rivais ciumentos colidem em um castelo de êxtase proibido
As Listagens Travessas de Grace Desatam Chaves Carnais
EPISÓDIO 5
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Eu parei na frente do castelo enorme com meu Audi preto elegante, os pneus rangendo no cascalho da entrada sob um céu machucado com tons de crepúsculo. O lugar era um monumento à riqueza francesa antiga—paredes de pedra marfim subindo três andares, torres furando as nuvens, e jardins bem cuidados que sussurravam segredos escondidos nas sebes. Grace tinha me mandado mensagem sobre essa visita exclusiva de imóvel, as palavras dela cheias daquela provocação maliciosa que ela manejava como uma arma: 'Vem ver se aguenta a grandiosidade, Lucas. Ou tá com medo de uma competiçãozinha?' Eu sabia que o Étienne Duval estaria aqui, aquele filho da puta convencido das escapadas dela no penthouse na semana passada. Ele tinha saído desfilando com ela como um troféu, mas ela foi minha primeiro—ou pelo menos, era isso que minha intuição gritava.
Saindo do carro, o ar fresco da noite carregava o cheiro de lavanda florescendo e chuva distante. Dentro, lustres de cristal derramavam luz sobre pisos de mármore, e Grace estava no centro do grande salão, o cabelo caramelo empilhado num coque que pedia pra ser desfeito, mechas longas escapando pra emoldurar o rosto oval pálido dela. Os olhos castanhos dela brilhavam com aquele brilho brincalhão enquanto ela ria de algo que o Étienne disse, a mão dele demorando demais na cintura fina dela. Ela usava um vestido verde-esmeralda justo que abraçava o corpo magro de 1,68m dela, realçando os seios médios e os quadris estreitos, o tecido brilhando como uma promessa proibida.
Meu sangue ferveu. Étienne, alto e de cabelo escuro com aquele sorrisinho aristocrático, cruzou o olhar comigo e deu um sorrisinho sarcástico. Grace virou, os lábios curvando num sorriso safado. 'Lucas, amor, você chegou.' A voz dela era pecado meloso, me puxando apesar da tempestade se formando. O ar ficou grosso com desafios não ditos—a reivindicação dele da escapada no penthouse, minha interrupção agora. Ela mediou com um olhar, a natureza provocadora dela acendendo o pavio. O que começou como uma visita virou um campo de batalha, e eu tava pronto pra marcar meu território. Mal sabia eu que Grace tinha planos de transformar rivalidade em ravishment.


O corretor tagarelava sobre a história do castelo—origens do século dezessete, afrescos restaurados, uma adega rivalizando com Versalhes—mas eu mal ouvi ele. Meu foco travou em Grace enquanto ela deslizava entre o Étienne e eu, o corpo magro dela uma barreira tentadora no espaço opulento. Janelas arqueadas imensas emolduravam os jardins escurecendo, lançando sombras alongadas que dançavam pelas paredes douradas e cortinas de veludo. O ar zumbia com tensão, grosso como o conhaque que o Étienne rodava no copo dele.
'Lucas, você tá com cara de quem viu um fantasma', Grace ronronou, os olhos castanhos dela piscando entre nós, aquela faísca maliciosa prometendo caos. Ela roçou meu braço, o toque elétrico, mandando calor direto pro meu pau. Étienne se aproximou, a voz um rosnado baixo. 'Beaumont. Não esperava que você invadiria isso. Grace e eu távamos só discutindo a suíte master lá em cima—visita particular.' Os olhos dele passearam por ela possessivamente, relembrando a noite no penthouse, sem dúvida.
Eu trinquei o maxilar, invadindo o espaço dele. 'Particular? Com ela? Você esquece, Duval, ela não é sua mulher mantida. Aquela escapada no seu penthouse foi só uma brincadeira. Grace sabe onde tá o fogo de verdade dela.' Minhas palavras pairaram pesadas, ciúme se enrolando como uma serpente. A risada de Grace tilintou, leve mas cheia de sedução. 'Meninos, meninos. Esse castelo tem quartos suficientes pra todos os nossos... apetites. Por que brigar quando a gente pode explorar junto?' Os dedos dela roçaram meu peito, depois o do Étienne, mediando com graça provocadora. Internamente, eu guerreava—socar ele ou puxar ela pra perto? A pele pálida dela corou levemente, traindo o calor dela subindo.


A gente foi pra biblioteca, prateleiras gemendo sob tomos de couro, uma lareira enorme crepitando. Étienne serviu mais drinks, o olhar desafiador. 'Ela é inebriante, né? Naquela noite, ela implorou por mais.' Eu retruquei, 'Ela sempre faz—com o cara certo.' Grace se empoleirou num chaise de veludo, pernas cruzadas, o vestido subindo o suficiente pra torturar. 'Chega de pose. Me mostra esse lugar, cavalheiros. Torna memorável.' As palavras dela acenderam o barril de pólvora. Meu pulso trovejava; a dominância brincalhona dela mudou o ar de confronto pra expectativa carregada. O que ela ia exigir agora? Os rivais em mim e no Étienne ferviam, mas a teia dela nos puxava mais apertado, prometendo um confronto que ia estourar limites.
Grace nos levou pela escadaria de mármore imensa até a suíte master, os quadris dela balançando hipnoticamente, o vestido verde-esmeralda sussurrando contra as pernas magras dela. O quarto era um sonho decadente—cama de dossel drapejada em seda, varanda com vista pros vinhedos iluminados pela lua, ar cheirando a carvalho envelhecido e o perfume dela. Ela virou, olhos brilhando. 'Me despe, rivais. Provem quem merece.' O comando dela pairou, malicioso mas autoritário.
Étienne e eu trocamos olhares quentes, mas o puxão dela era magnético. Eu abri o zíper do vestido dela primeiro, o tecido se amontoando aos pés dela, revelando a glória de peitos nus—pele pálida brilhando, seios médios empinados com mamilos duros pedindo atenção. Ela usava só uma calcinha preta transparente, o corpo magro arqueado convidativamente. 'Me toquem', ela sussurrou, ofegante. Minhas mãos acolheram os seios dela, polegares circulando os mamilos, arrancando um suspiro suave. Étienne flanqueou ela, lábios no pescoço dela, mãos escorregando pela cintura estreita.


Ela gemeu baixo, 'Mmm, sim... juntos.' O corpo dela tremeu sob o ataque duplo, pele pálida arrepiando com calafrios. Eu beijei descendo o peito dela, língua chicoteando um mamilo, provando o doce dela. Os dedos do Étienne mergulharam na calcinha dela, provocando a umidade dela. A cabeça de Grace caiu pra trás, o coque se soltando, mechas caramelo caindo. 'Mais... me façam doer de tesão.' Fogo interno rugia em mim—ciúme alimentando desejo enquanto eu via ele tocar ela, mas os olhos dela travados nos meus, provocando posse.
O foreplay construiu devagar; ela nos empurrou pra trás, esfregando na minha coxa, calcinha umedecendo. 'Sintam como vocês dois me deixam pegando fogo.' Os suspiros dela aceleraram, mãos vagando pelas nossas camisas, desabotoando febrilmente. Mamilos roçaram meu peito, mandando choques. Étienne gemeu, apalpando a bunda dela. Tensão se enrolou, a mediação maliciosa dela nos transformando em marionetes de paixão, corpos se apertando mais no quarto luxuoso.
A provocação de Grace estourou quando ela caiu de joelhos nos lençóis de seda, a bunda pálida empinada, calcinha jogada fora. 'Me fodam como rivais devem—me reivindiquem juntos.' Étienne se posicionou na boca dela, o pau grosso dele escorregando pelos lábios dela enquanto ela gemia ao redor dele, 'Mmmph...' Eu agarrei os quadris magros dela por trás, meu pau latejante pressionando contra as dobras molhadas dela. O luxo do castelo sumiu; só o calor dela importava. Ciúme torceu em necessidade crua—eu meti de quatro, fundo e forte, a buceta apertada dela apertando como fogo de veludo.


'Caralho, Grace...' Eu gemi, socando ritmicamente, as nádegas dela ondulando com cada tapa de pele. Ela empurrou pra trás, maliciosa até agora, olhos castanhos lacrimejando mas desafiadores por cima do ombro. Étienne fodia a boca dela, mãos no coque se soltando, cabelo caramelo derramando selvagem. Os gemidos dela vibraram—'Ahh... mmm... mais forte!'—corpo balançando entre nós. Sensações sobrecarregaram: as paredes dela pulsando, me ordenhando; pele pálida escorregadia de suor; seios médios balançando pendularmente.
A gente mudou sem costura pra dupla penetração, a ousadia dela exigindo isso. Étienne escorregou por baixo dela, empalando a buceta dela enquanto eu lubrificava e pressionava no cu dela, centímetro por centímetro agonizante. 'Sim! Me encham!' ela gritou, voz rouca. O estiramento era tortura exquisita pra ela, o corpo magro tremendo, músculos internos espasmando ao redor dos dois paus. Eu me mexi devagar no começo, construindo pra frenesí, nossos ritmos sincronizando em harmonia ciumenta. Os suspiros dela escalaram—'Porra... tão cheia... não parem!'—prazer gravado no rosto oval dela, lábios abertos em êxtase.
Orgasms construíram como tempestades. Grace estourou primeiro, gritando, 'Tô gozando!' o corpo convulsionando, sucos encharcando a gente. Étienne grunhiu, gozando goela abaixo dela; eu segui, inundando o cu dela com porra quente. A gente desabou num emaranhado, o medalhão dela estalando sob a tensão, corrente quebrando enquanto caía nos lençóis. Ofegante, ela sussurrou, 'Mais... mas vocês dois são meus agora.' A intensidade ficou, meu coração batendo forte—não só do sexo, mas da tempestade que a gente acendeu. A mediação provocadora dela nos fundiu, mas rivalidade fervia sob os tremores.


A gente ficou entrelaçados na cama enorme, o corpo pálido de Grace brilhando na luz do fogo filtrando da varanda. O medalhão quebrado dela jazia do lado, um coração de prata rachado aberto como nossas fachadas. Ela traçou meu peito, depois o do Étienne, os olhos castanhos dela suaves mas tramando. 'Isso foi... explosivo. Vocês dois brigando por mim—é inebriante.' A voz dela era ofegante, borda maliciosa voltando.
Étienne riu baixo, beijando o ombro dela. 'Você é encrenca, Grace. Mas vale cada confronto.' Eu puxei ela mais perto, ciúme se dissipando em ternura possessiva. 'Nada de escapadas sem mim. A gente tá nisso agora.' Ela sorriu, se aninhando entre nós, pernas magras se entrelaçando. 'Segredos compartilhados nesse castelo. Mas ultimatos pairam—escolhe, ou me perde?' Diálogo fluiu íntimo, vulnerabilidades surgindo no pós-gozo. A provocação dela mascarava desejo mais profundo; a gente acalmou ela com sussurros, mãos gentis na pele dela, reconstruindo pontes emocionais queimadas pela paixão.
As palavras de Grace reacenderam a fome. Ela empurrou o Étienne pra baixo, montando no rosto dele de costas. 'Me lambe agora, enquanto o Lucas assiste.' A buceta dela pairou sobre a boca dele, brilhando da nossa frenesí anterior. Ele mergulhou, língua lambendo fervorosamente—chupada profunda e devota, rodando o clitóris dela. 'Ohhh... sim, Étienne!' ela gemeu, esfregando pra baixo, coxas pálidas tremendo. Eu me ajoelhei na frente dela, pau revivendo enquanto ela chupava ansiosa, o coque totalmente desfeito, ondas caramelo caindo.


Sensações se sobrepuseram intensamente: gemidos dela abafados em mim, corpo arqueando enquanto a língua dele mergulhava nas dobras dela, sondando cada centímetro molhado. 'Mmm... tão bom... lambe mais fundo!' Sucos cobriram o queixo dele; os quadris magros dela buckavam selvagemente. Eu enfiei dedos no cabelo dela, metendo devagar, hipnotizado pelo abandono dela. Ciúme piscou—vendo ele devorar ela—mas os olhos dela nos meus transformaram em combustível. Ela gozou forte na extensão do foreplay, gritando no meu pau, 'Porra... gozando de novo!' Ondas bateram, a buceta dela pulsando visivelmente contra o ataque dele.
A gente escalou; eu entrei nela por trás enquanto ele continuava lambendo a buceta por baixo, língua chicoteando onde a gente se unia. 'Os dois... sempre os dois!' ela implorou, fogo malicioso brilhando. Posições mudaram fluidamente—ela de quatro, eu socando a buceta enquanto o Étienne rimava e chupava o clitóris dela. Prazer sobrecarregou: paredes dela tremulando, suspiros virando uivos—'Ahh! Sim... aí mesmo!' Seios médios balançavam; pele pálida corada de vermelho. Pensamentos internos corriam—o poder dela sobre nós absoluto, rivais unidos em adoração.
Picos finais bateram: Grace estourou em torrente orgásmica, esguichando levemente no rosto do Étienne. Ele gemeu aprovação; eu saí, jorrando porra na bunda dela. Colapso veio, corpos escorregadios, risada dela ofegante. 'Tempestade perfeita.' O castelo ecoou nossa sinfonia, laços forjados em êxtase, mas rachaduras ficaram.
No pós-gozo, Grace se encolheu entre nós, medalhão quebrado apertado na mão dela. O silêncio do castelo amplificava batimentos cardíacos. 'Vocês dois... incríveis. Mas agora?' Étienne tensionou. 'Escolhe, Grace. Eu ou ele—ultimato.' Eu ecoei, 'Chega de joguinhos. Minha de vez, ou vaza.' Os olhos castanhos dela se rasgaram com conflito, máscara maliciosa rachando. 'Não consigo... ainda não.' Tensão crepitou; ela escapuliu, vestido recuperado, nos deixando olhando a corrente partida. Ela ia escolher, ou acender tempestades maiores?
Perguntas frequentes
O que rola no castelo de Grace?
Lucas e Étienne brigam por ela, mas Grace transforma ciúmes em ménage com DP, anal e lambidas quentes, explodindo em orgasmos múltiplos.
Tem dupla penetração na história?
Sim, Grace exige DP com pau na buceta e no cu, gemendo de tesão enquanto os rivais sincronizam ritmos possessivos.
Como termina o confronto erótico?
Depois de foda insana, Grace fica entre os dois no pós-gozo, mas recusa escolher, deixando tensão e promessas de mais tempestades.





