Clímax do Tease no Torneio de Emily
Espigadas suadas e olhares roubados acendem um fogo que queima a noite toda.
Emily: Das Correntes Provocantes às Profundezas da Rendição
EPISÓDIO 5
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O sol batia na praia como um amante implacável no torneio de vôlei, e lá estava Emily, minha Emily, dominando a areia com cada espigada poderosa. Seu rabo de cavalo vermelho chicoteava o ar, olhos verdes faiscando com aquele fogo brincalhão que eu conhecia tão bem. Ela olhou pra mim depois de um ponto, pele clara brilhando de suor, lábios curvando num tease que prometia que a vitória ia saber ainda mais doce fora da quadra.


A brisa salgada do Pacífico carregava o rugido da galera enquanto Emily e o time dela massacravam no torneio regional de vôlei de praia. Eu tinha dirigido da Big Sur pra cá de manhã, mão dela demorando na minha coxa o caminho todo, sorriso provocante dando pista do que rolava depois que as espigadas dela selassem a vitória. Agora, na lateral, eu não conseguia tirar os olhos dela. Ela se movia como fogo líquido pela areia, pernas longas devorando o chão, rabo de cavalo quicando a cada mergulho e salto. Pele clara de porcelana reluzindo sob o sol impiedoso, e aqueles olhos verdes? Eles achavam os meus depois de cada ponto, piscando com uma promessa que fazia meu pulso disparar.


Derek, o craque do time rival, grudava nela entre os sets. Alto, corpo de deus com cabelo desbotado pelo sol, ele se inclinava perto demais no intervalo, risada estourando enquanto elogiava a forma dela. "Aquela última espigada, Em? Mortal. Aposto que você me ensina umas coisas fora da quadra." Ela riu, brincalhona como sempre, mas eu vi a mão dele roçando o braço dela, fome no olhar. Ciúme torcia minha tripa, afiado e quente, mas eu confiava no fogo dela — ele queimava por mim. Ainda assim, com o jogo esquentando, os olhares dela pra mim ficavam mais urgentes, como se me desafiasse a reclamar o que era meu.


A tenda do time fervia com adrenalina pós-jogo, cheiro de protetor e suor grosso no ar. Emily escorregou pra dentro pra trocar de roupa, brilho de vitória a deixando ainda mais irresistível. Eu fiquei do lado de fora, batendo papo com os companheiros, mas quando Derek entrou atrás dela, meu queixo travou. Pela fresta, eu pegava vislumbres — ela tirando o sutiã esportivo úmido, revelando o inchaço perfeito dos seios, mamilos endurecendo no ar fresco de repente. Ela ficou de peito nu, pele clara corada, olhos verdes brilhando enquanto fuçava uma blusa limpa, rabo de cavalo caindo num ombro.
Derek a encurralou contra as bolsas de equipamento, voz baixa e persuasiva. "Vai, Em, aquela química na quadra? Imagina aqui." As mãos dele acharam a cintura nua dela, subindo pras curvas tentadoras, polegares roçando a parte de baixo dos seios. Ela arqueou pra ele por um segundo, lábios se abrindo num suspiro, corpo traindo o tease que ela amava tanto. Eu via — a tentação piscando nos olhos dela, natureza brincalhona dançando na beira. Mas aí ela o empurrou de volta, suave mas firme, pegando a toalha pra cobrir o peito. "Não hoje, Derek. Tenho alguém que sabe jogar pra valer." A voz dela tinha aquele tom provocante, mas o olhar procurou o meu pela fresta da tenda, me puxando como gravidade. Ela saiu logo depois, toalha apertada modestamente, mas o calor entre a gente já tava crescendo, escolha dela fazendo meu sangue ferver.


Mal chegamos no quarto do hotel com vista pras ondas quebrando antes da vitória explodir. Emily chutou a porta, olhos verdes travados nos meus com fogo triunfante, rabo de cavalo ainda alto do jogo. "Ryan", ela soprou, arrancando minha camisa pela cabeça, mãos gananciosas no meu peito. Eu a encostei na parede, tomando a boca dela num beijo que tinha gosto de sal e desejo, dedos puxando a bermuda dela até os tornozelos. Ela tava nua por baixo, molhada e pronta, pele clara brilhando na luz dourada.
Eu a levantei pra cama, pernas dela se enroscando em mim enquanto eu tirava o resto. Ela me puxou pra baixo, me guiando pra dentro com um gemido que vibrou na gente toda. Caralho, o jeito que ela me apertava, quente e acolhedora, tease brincalhão dando lugar pra necessidade crua. Nosso ritmo começou devagar, quadris dela rolando pra cima pros meus no missionário puro, seios quicando a cada estocada. Eu olhava o rosto dela — olhos verdes semicerrados, lábios abertos em suspiros, rabo de cavalo espalhado no travesseiro como chamas. "Mais forte", ela sussurrou, unhas cravando nas minhas costas, corpo arqueando enquanto o prazer enrolava apertado. Eu dei pra ela, fundo e sem parar, sentindo ela tremer, paredes piscando em volta de mim até ela explodir, gritando meu nome. Eu gozei segundos depois, enterrado fundo, respirações se misturando nos tremores. Ela se agarrou em mim, rindo baixinho, escolha dela na tenda tornando esse momento só nosso.


A gente ficou embolado nos lençóis, quarto cheio do som das ondas e nossas respirações desacelerando. Emily traçava círculos preguiçosos no meu peito, corpo de peito nu encolhido contra mim, seios macios e quentes no meu lado. O rabo de cavalo dela tinha soltado na nossa loucura, ondas vermelhas caindo até meio das costas, emoldurando o sorriso satisfeito. "Sabe, Derek me pegou por um segundo lá", ela admitiu, olhos verdes piscando com malícia. "Mas só pensava nisso — a gente."
Eu puxei ela mais pra perto, beijando o topo da cabeça, inalando o cheiro dela — suor, mar e algo só dela. "Ainda bem que escolheu certo", murmurei, mão escorregando pela cintura fina até a curva do quadril, ainda coberta só pelos lençóis amassados. Ela tremeu no meu toque, brincalhona de novo, mordiscando meu ombro. "Vitória tem gosto melhor com você, Ryan. Mas não fica metido — tenho jogadas que você ainda não viu." A risada dela borbulhou, leve e solta, vulnerabilidade aparecendo enquanto se aninhava mais. Naquele momento, fogo provocante dela parecia lar, tensão do torneio derretendo em algo mais fundo, mais forte. A gente falou de sonhos — mais viagens, mais jogos, mão na mão — até fome voltar, corpo dela se mexendo com promessa.


As palavras dela acenderam o pavio de novo. Emily me empurrou de costas, montando nos meus quadris com graça atlética da quadra, olhos verdes escuros de fome renovada. "Minha vez de espigar", ela provocou, rabo de cavalo balançando enquanto se posicionava, afundando em mim com um rolão lento e torturante. A sensação era elétrica — calor dela me envolvendo todo, apertada e molhada de antes, pele clara de porcelana corando rosa enquanto me cavalgava no cowgirl. Eu agarrei a cintura fina, polegares apertando carne macia, vendo seios quicarem livres, rabo de cavalo chicoteando a cada rebolada.
Ela se inclinou pra frente, mãos no meu peito pra alavanca, acelerando, gemidos enchendo o quarto como música. "Sente isso, Ryan? Tudo pra você." Dominância brincalhona dela me fez estocar pra cima, corpos batendo em sintonia perfeita, prazer crescendo como onda pra quebrar. Ela jogou a cabeça pra trás, cabelo vermelho voando, e eu sentei pra pegar um mamilo com os lábios, chupando forte o bastante pra ela ofegar e apertar. A mudança a levou pro limite — corpo convulsionando, músculos internos pulsando loucos enquanto ela se desfazia, tremendo em cima de mim. Eu virei a gente então, instinto mandando, puxando ela de quatro pro doggy. Ela arqueou pra trás ansiosa, recebendo minhas estocadas fundas, rabo de cavalo leve na minha mão como rédea. A gente se moveu junto, frenético e feroz, até o gozo nos pegar, desabando num monte de membros suados, risada dela ofegante no meu pescoço.
O amanhecer rastejou pelas portas da varanda, pintando a forma dormindo de Emily em luz suave. Ela se mexeu do meu lado, vestindo minha camisa jogada — larga e provocante curta — com a bermuda de ontem, rabo de cavalo amarrado frouxo. Saímos pra varanda, braços enroscados, praia do torneio um brilho distante embaixo. "Isso é só o começo", ela sussurrou, olhos verdes brilhando com promessas futuras. "Mais torneios, mais noites assim — aventuras pra todo lado." Essência brincalhona dela transparecia, mais ousada agora, comprometida de um jeito que me excitava.
Meu celular vibrou na mesinha, uma mensagem acendendo de número desconhecido: "Senti sua falta na cabana, Em. Pronto pro round dois? -J" Um caso antigo de antes da gente, palavras batendo como água gelada. Emily espiou por cima, corpo tenso contra o meu. Quem era J? E por quê agora, testando o laço que a gente tinha forjado no fogo? Ela apertou minha mão, mas dúvida piscou naqueles verdes profundos, deixando o ar da manhã grosso de perguntas não ditas.
Perguntas frequentes
O que acontece entre Emily e Derek na tenda?
Derek tenta seduzi-la tocando seus seios nus, mas ela o rejeita e escolhe o namorado Ryan.
Quais posições de sexo rolam na história?
Missionário, cowgirl com ela por cima e doggy de quatro, tudo intenso e suado.
A história termina em aberto?
Sim, com uma mensagem misteriosa de "J", criando dúvida no relacionamento após o clímax erótico. ]





