Clímax da Lareira Transformada de Ingrid

No brilho da lareira restaurada, nosso fika vira uma chama eterna de rendição.

I

Ingrid se Desfaz no Calor da Lareira

EPISÓDIO 6

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Eu fiquei na porta da sala de estar restaurada de Ingrid, o cheiro de verniz fresco e pastéis de canela se misturando no ar como uma promessa, uma mistura inebriante que me envolvia, mexendo com memórias dos nossos trabalhos juntos e desejos não ditos. A lareira, aquela magnífica lareira de pedra que a gente suou pra caralho por semanas, agora piscava com luz de velas, jogando sombras douradas na pele clara dela, sombras que dançavam como segredos sussurrados no brilho fraco, destacando a curva delicada das maçãs do rosto e a suave elevação da clavícula. Ingrid Svensson, minha doce visão sueca com aquela trança francesa única de roxo escuro rico descendo pelas costas, virou pra mim com olhos azul-gelo que tinham uma profundidade que eu mal começava a entender, olhos que pareciam me puxar pra dentro, refletindo o calor do fogo e algo mais profundo, mais íntimo, uma vulnerabilidade misturada com convite. Ela usava um suéter cremoso simples que abraçava o corpo alto e esguio dela o suficiente pra dar uma pista do calor por baixo, o tecido macio e um pouco gasto dos dias de restauração, combinado com calças de lã macia que sussurravam no chão de madeira enquanto ela se mexia, cada passo um farfalhar suave que ecoava na sala quieta. 'Henrik', ela disse, a voz genuína e carinhosa, como uma melodia dos fiordes, com o sotaque da herança dela, suave e convidativa, fazendo meu pulso acelerar com a sinceridade, 'agora tá perfeito. Vem, faz fika comigo.' O meio-sorriso dela convidava pra mais que café e kanelbullar; chamava a tensão que ferveu entre a gente em cada lixada, cada polida, cada roçar de mãos à noite, aqueles toques rápidos que deixaram minha pele formigando muito depois, criando um fogo dentro de mim que rivalizava com o da frente....

Clímax da Lareira Transformada de Ingrid
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Ingrid se Desfaz no Calor da Lareira

Ingrid Svensson

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