Chantagem Pulsante Pública da Azar

Pulsos chantageados no canto sombrio da academia acendem fogos proibidos

V

Veias de Azar Ardendo em Chamas Ocultas

EPISÓDIO 3

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Não conseguia tirar os olhos da Azar Jafari enquanto ela detonava no treino na academia pública lotada. O lugar tava bombado—grunhidos ecoando pelas paredes, pesos batendo, suor grosso no ar como uma névoa viva. Aos 20 anos, essa gata persa com corpo atlético magro se mexia como se mandasse no pedaço, o cabelo preto ondulado comprido preso num rabo de cavalo que balançava a cada afundo enérgico. A pele bronzeada brilhava sob as luzes fluorescentes fortes, olhos castanho-escuros focados, rosto oval com aquela determinação alegre que ela sempre usava. Ela era 1,68m de otimismo puro, peitos médios esticando o top esportivo apertado e a legging, cintura fina destacando as curvas. Mas eu sabia do segredo dela. Na canela, escondido debaixo da barra da meia, tava aquele tornozeleira pulsante da festa louca da semana passada—a que vibrava no comando, resquício da noite impulsiva dela que eu capturei em fotos comprometedoras. Essas fotos tavam ouro agora. Ela achava que podia esconder, treinando em público como se nada tivesse rolado, mas eu a tinha na mão. Meu celular vibrou no bolso com as provas: Azar no meio do orgasmo, cercada pelo círculo, a fachada otimista dela rachando de prazer. Victor Hale, sou eu, dando risada na esteira ali perto. Eu via ela se alongando, pernas abrindo um pouco, sem saber que eu tava chegando. A energia da academia espelhava minha fome crescendo—galera desatenta, espelhos refletindo cada flex dela. Ela olhou pra mim uma vez, o sorriso alegre vacilando um tiquinho. Será que ela sentiu? A chantagem fervendo? Ajustei a postura, coração batendo forte de expectativa. Essa garota alegre tava prestes a aprender que otimismo não te protege de um cara com vantagem. O canto atrás dos armários nos chamava, um cantinho semi-privado no meio do caos, perfeito pra joguinhos arriscados. O pulso dela...

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Azar Jafari

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