Cabana de Klara: Falha no Desenrolar

No silêncio da cabana, a ternura se desfia nas bordas da pressa.

O

Os Arrepios Sussurrados de Klara nos Prados Escondidos

EPISÓDIO 4

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A porta da cabana rangeu ao abrir sob minha mão, derramando o ar fresco do entardecer lá dentro como um segredo que a gente não tava pronto pra dividir. O cheiro de terra úmida e agulhas de pinheiro grudava naquela brisa, carregando sussurros da floresta que a gente tinha deixado pra trás, misturando com o aroma fraco e mofado de madeira velha nas paredes da cabana. Eu respirei fundo, sentindo o frio entrar nos pulmões, um contraste foda com o calor que crescia no meu peito enquanto eu olhava pra ela. Klara entrou na frente, o cabelo loiro mel pegando os últimos fios de crepúsculo pelas janelas, cachos soltos escapando do coque e emoldurando a pele clara dela em uma rebeldia suave. Aqueles fios dançavam leves como se vivos com a luz do dia que ia sumindo, e eu não conseguia evitar imaginar passando os dedos por eles mais tarde, soltando tudo de vez. Ela se virou, aqueles olhos azuis brilhando com aquela alegria genuína que sempre me desarmava, o corpo magro dela enrolado num suéter simples e calça jeans que grudava o suficiente pra me lembrar do corpo por baixo. O suéter de lã macia colava nos ombros dela, dando uma pista das clavículas delicadas que eu morria de vontade de traçar, enquanto o denim moldava os quadris com uma graça natural que me deixava a garganta apertada. A gente tinha caminhado pelas trilhas do interior até o sol baixar, falando de nada e de tudo — a risada dela ecoando pelos pinheiros, meu braço roçando o dela mais vezes do que acidente permitia. Eu ainda ouvia aquela risada na cabeça, clara e sem filtro, cortando o farfalhar das folhas no chão e o chamado distante de pássaros se ajeitando pra noite; cada toque "acidental" mandava um arrepio quieto...

Cabana de Klara: Falha no Desenrolar
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Os Arrepios Sussurrados de Klara nos Prados Escondidos

Klara Eriksson

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