Aula Privada Proibida de Abigail
Na pista congelada, um tombo acende o fogo escondido do treinador.
O Desgelo Glacial de Abigail no Êxtase à Beira do Rinque
EPISÓDIO 1
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A pista tava estranhamente quieta depois do horário, a imensa extensão de gelo brilhando sob as luzes fluorescentes duras que zumbiam de leve lá em cima. Eu, Treinador Marc Duval, tava na beira, braços cruzados, olhando Abigail Ouellet deslizar pela superfície com aquela graça sem esforço que tinha chamado minha atenção meses atrás. Aos 20 anos, essa beldade canadense baixinha com sua longa trança de cabelo lilás em rabo de peixe balançando como um pêndulo atrás dela, olhos cor de avelã focados intensamente à frente, pele mel brilhando com uma leve camada de suor, era diferente de qualquer patinadora que eu já tinha treinado. Seu rosto oval tinha uma bondade perpétua, empática até nas competições, seu corpo de 1,68m baixinha mas atlética, seios médios pressionando contra o tecido apertado do collant de patinação preto que abraçava cada curva da sua cintura fina até as pernas tonificadas.
Eu tinha mantido a pista aberta até tarde pra sessão particular dela, dizendo pra mim mesmo que era pra ajudar ela a aperfeiçoar aquele triplo axel que tava dando trabalho. Mas no fundo, eu sabia que tinha mais. O divórcio da minha ex tinha me deixado frustrado, vazio, resmungando com o time mais do que o normal. Abigail notou, claro — a empatia dela era o superpoder. Ela ficava depois dos treinos, perguntando se eu tava bem, a voz suave cortando minha casca grossa. Hoje à noite, enquanto ela se esforçava mais, a respiração dela visível no ar frio, eu senti aquela atração de novo. O jeito que a trança dela chicoteava enquanto girava, o balanço sutil do corpo, a determinação nos olhos cor de avelã — aquilo despertava algo primal em mim. As arquibancadas vazias eram testemunhas silenciosas, a Zamboni parada nas sombras, o ar gelado carregado de expectativa. Ela pegou meu olhar no meio de um giro, sorrindo tímida, e eu me perguntei se ela sentia também, aquela tensão elétrica crescendo como estática antes de uma tempestade. Mal eu sabia que um tombo ia quebrar o gelo entre nós pra sempre.


Abigail diminuiu pra parar perto das barreiras, as patins raspando devagar no gelo enquanto olhava pra mim com aqueles olhos cor de avelã penetrantes. "Treinador Marc, valeu por ficar até tarde de novo. Eu sei que você tá ocupado com... tudo." A voz dela era gentil, cheia daquela empatia inata que a destacava no mundo cortante da patinação artística. Eu me apoiei na grade, meu corpo musculoso tenso das frustrações do dia — outra briga com a ex no telefone, a pressão dos nacionais chegando. "Não é nada, Abi. Só precisa acertar esse axel. Mostra de novo." Ela acenou, empurrando com determinação, a trança lilás deixando um rastro como um cometa.
Enquanto ela pegava velocidade, lançando no salto, algo deu errado — a lâmina pegou uma quina, e ela tombou, braços se debatendo. Meu coração deu um pulo; eu pulei a barreira, botas batendo no gelo enquanto patinava pro lado dela. Ela tava metade em pé, esfregando o quadril, mas eu cheguei em segundos, minhas mãos agarrando a cintura dela pra firmar. "Calma, calma", murmurei, sentindo o calor do corpo dela através do collant fino, a pele mel corada. Nossos rostos tavam a centímetros, a respiração dela quente na minha bochecha no ar frio. "Tá tudo bem?" Ela acenou, mas não se afastou, as mãos dela nos meus antebraços. "Tá, só... desastrada hoje. Valeu, Treinador." Aquela bondade brilhava, a empatia dela me puxando. "Você tá tenso ultimamente", ela disse suave. "É o divórcio? Pode desabafar comigo."


Eu hesitei, surpreso com a percepção dela. Ninguém mais ousava meter o bedelho. "Tá foda, Abi. Parece que tudo tá escapando." Os olhos cor de avelã dela amoleceram, e ela apertou meu braço. "Você é o melhor treinador. Forte. Vai passar." O contato demorou, meus polegares roçando a cintura fina dela sem querer. A pista pareceu menor, o ar mais pesado. A gente ficou assim, corpos colados, o gelo refletindo nossas silhuetas. Eu sentia o cheiro leve de baunilha dela misturado com o ar fresco da pista. A tensão se enrolava na minha barriga — não era só treino mais. Ela mordeu o lábio, preocupação empática misturada com algo mais, uma faísca. "Me deixa te ajudar a relaxar também, de algum jeito." As palavras dela pairaram, inocentes mas carregadas. Eu limpei a garganta, soltando ela com relutância. "Volta pro treino. Mas... valeu." Enquanto ela patinava embora, eu olhei pro corpinho baixinha dela, desejo piscando mais quente. O tombo tinha nos aproximado; eu me perguntei até onde a gente ia escorregar.
A gente continuou, mas o ar agora crepitava. "Sua postura tá errada — quadris muito travados", eu disse, patinando atrás dela. Dessa vez, minhas mãos foram mais ousadas, palmas pressionando firme nos quadris dela, guiando o balanço. Abigail arfou suave, o corpo dela cedendo ao meu toque, pele mel esquentando através do collant. "Assim?" ela sussurrou, arqueando de leve. Eu acenei, meus dedos traçando mais baixo pras coxas, corrigindo o ângulo da lâmina. "Sim, relaxa nisso." A respiração dela acelerou, olhos cor de avelã piscando pra trás pra encontrar os meus.


A intimidade escalou naturalmente; ela reclamou do calor do esforço, tirando a camada de cima do top de treino, revelando o sutiã esportivo liso por baixo que mal continha os seios médios dela, mamilos faintly visíveis através do tecido contra o frio. Sem blusa no espírito, o corpinho baixinha dela brilhava, cintura fina se abrindo pros quadris que eu agora agarrava possessivo. "Treinador... suas mãos são boas", ela murmurou, necessidade empática virando desejo. Eu puxei ela contra mim por trás, peito no costas dela, pau duro pressionando sutil na bunda enquanto ajustava os braços. "Você é perfeita, Abi. Tão responsiva." Meus lábios roçaram a orelha dela, arrancando um arrepio.
Ela se virou nos meus braços, rostos colados, a trança lilás caindo num ombro. Nossas bocas pairaram, respirações se misturando. Minhas mãos subiram pelos lados dela, polegares roçando a parte de baixo dos seios. Ela gemeu ofegante, "Marc... isso é..." A empatia fez ela pausar, procurando meus olhos. "Quero te fazer se sentir melhor." As mãos dela escorregaram pro meu peito, sentindo meu coração trovejando. O gelo embaixo da gente parecia de outro mundo, a pista particular nosso mundo secreto. A tensão explodiu quando eu agarrei os seios dela por completo, polegares circulando mamilos duros através do sutiã. Ela arqueou, arfando, "Ahh..." O foreplay acendeu, o corpo dela derretendo no meu, forma baixinha implorando por mais.
A represa rompeu. Eu a beijei feroz, línguas dançando enquanto mãos rasgavam roupas. O sutiã esportivo dela sumiu, revelando seios médios perfeitos, mamilos eretos no frio. A gente tropeçou pros bancos fora do gelo, minha calça jeans arriada, pau latejando livre — grosso, veiudo, exigente. Abigail caiu de joelhos no piso de borracha, olhos cor de avelã arregalados com fome empática e nervos de primeira vez. "Quero te satisfazer, Marc", ela sussurrou, a natureza boazinha dela alimentando a ousadia. As mãozinhas dela envolveram meu pau, esquerda agarrando a base firme de um lado, mão direita punhetando o comprimento de cima do outro lado, segurando meu pau como dois amantes devotos, mãos esquerda e direita trabalhando juntas, torcendo, socando com confiança crescente.


Eu gemi fundo, "Porra, Abi, isso..." O corpinho baixinha dela ajoelhado na minha frente, trança lilás balançando enquanto punhetava mais rápido, polegares provocando a parte sensível de baixo. Pré-gozo brotou, a língua dela saindo pra provar, rodopiando a cabeça enquanto as mãos mantinham o aperto duplo. Sensações explodiram — palmas macias dela escorregadias com minha excitação, apertando ritmicamente, mão esquerda agora segurando minhas bolas enquanto a direita torcia a cabeça. "Você é tão grande... tão duro por mim", ela gemeu ofegante, empatia virando luxúria enquanto via meu rosto se contorcer de prazer. Eu enrosquei dedos na trança dela, guiando o ritmo. O frio da pista contrastava com o calor crescendo, pele mel dela corada, seios arfando a cada punhetada.
A tensão se enrolou insuportável. "Vou gozar, Abi..." Ela acenou ansiosa, mãos borrando — uma esquerda, uma direita — ordenhando sem piedade. Com um gemido gutural, eu explodi, jatos grossos de porra atirando no rosto dela, seios, escorrendo pelo rosto oval e cintura fina. Ela arfou, "Mmm... tão quente", segurando meu pau pulsando firme entre as mãos, tirando cada gota, gozada pintando o corpinho baixinha dela em fios brancos grudentos. Ondas de êxtase me atravessaram, pernas tremendo enquanto ela lambia os lábios, saboreando a liberação proibida. Empatia brilhava nos olhos dela enquanto olhava pra cima, "Isso ajudou?"
Mas a gente não tinha terminado. Eu puxei ela pra cima, beijando lábios melados de porra, provando meu gosto nela. A primeira rendição dela tinha um gosto divino, o corpo dela tremendo de necessidade não saciada. A aula particular tinha virado primal, foda-se os riscos — portas trancadas, mas rivais como Lena podiam rondar. Minhas mãos passeavam pela pele escorregadia dela, prometendo mais.


A gente desabou no banco, corpos entrelaçados, meus braços ao redor do corpinho baixinha dela enquanto porra brilhava na pele mel. Eu limpei ela devagar com minha camisa, respirações sincronizando no pós-gozo. "Abigail... isso foi incrível. Você é mais que boazinha — você é fogo", murmurei, beijando a testa dela. Ela se aninhou mais perto, olhos cor de avelã suaves. "Marc, eu queria isso. Ver você sofrendo... precisei te curar. E você me faz sentir... viva."
Diálogo terno fluiu, a empatia dela aprofundando nosso laço. "Me conta do divórcio", ela insistiu gentil. Eu abri o jogo — as traições, a solidão. Ela ouviu, dedos traçando meu peito. "Você não tá sozinho agora." Gestos românticos vieram: eu joguei meu casaco por cima do corpo sem blusa dela, abraçando enquanto as luzes da pista diminuíam. Conexão emocional se solidificou, a primeira rendição dela forjando algo real no meio da paixão. "Pronta pra mais?" sussurrei. Ela sorriu, acenando, tensão reconstruindo suave.
Encorajada, Abigail tirou os shorts de patinação, revelando a buceta lisa e depilada, já molhada de tesão. Ela deitou de costas no banco, pernas abertas largo, corpo baixinha convidando. "Me olha, Marc... me toco pra você", ela soprou, olhos cor de avelã travados nos meus. Os dedos dela desceram pela cintura fina, circulando mamilos duros primeiro, beliscando pra arrancar gemidos ofegantes — "Ahh... mmm..." — antes de descer mais.


Dois dedinhos delicados abriram as dobrinhas brilhantes, mergulhando no calorzinho apertado. Ela arfou forte, "Meu deus..." quadris buckando enquanto se dedava fundo, polegar esfregando o clitóris inchado em círculos frenéticos. Eu me ajoelhei do lado, alisando a coxa dela, hipnotizado pela visão — pele mel tremendo, trança lilás espalhada, seios médios quicando a cada estocada da mão. Sucos cobriam os dedos dela, fazendo barulhinho molhado enquanto bombava mais rápido, mão livre amassando um seio. "Tá tão bom... pra você", ela gemia variando, voz subindo — "Nngh... sim!" — construindo pro frenesi.
Ondas internas bateram; a ousadia empática dela brilhava enquanto compartilhava o prazer. "Tô tão molhada... por você." Posição mudou de leve — ela se apoiou nos cotovelos, pernas mais abertas, dedos curvando dentro pra acertar o ponto G, clitóris latejando sob pressão sem parar. Gozo se aproximava: corpo tenso, dedos dos pés encolhendo, gemidos escalando — "Marc! Ahhh!" Orgasmo rasgou, buceta apertando nos dedinhos, esguicho leve jorrando no banco. Ela tremeu, arfando, "Gozando... ahh!" ondas pulsando, olhos cor de avelã revirando de êxtase.
Pós-tremores demoraram enquanto ela tirava os dedos molhados, oferecendo pra mim. Eu chupei eles limpos, provando o doce dela. O primeiro pico auto-induzido sob meu olhar marcava a evolução dela — aluna boazinha pra deusa sensual. Mas a paixão reacendeu; meu pau endureceu de novo, prometendo união mais profunda em seguida.
No pós-gozo, a gente se abraçou, cabeça dela no meu peito, corpos exaustos mas conectados. "Essa foi minha primeira vez... em tudo", Abigail confessou suave, empatia a deixando vulnerável. "Você tornou perfeito." Eu beijei o cabelo lilás dela, coração inchando. "Você tá me mudando, Abi."
Enquanto vestíamos, sussurros de sessões futuras dançavam. Mas aí — vozes do lado de fora. Abigail congelou, escorregando pra porta. Pelo vidro, a rival Lena zombava pra uma amiga, "Abigail é mole demais — sempre a boazinha. Sem instinto assassino." Fogo acendeu nos olhos cor de avelã de Abigail, ciúme inflamando. "Ela vai ver", ela sibilou, virando pra mim com borda nova. Que fogo ela ia soltar agora?
Perguntas frequentes
O que acontece na aula privada de Abigail?
Um tombo leva a toques íntimos, punheta dupla e masturbação mútua entre Abigail e o treinador Marc na pista vazia.
Como Abigail satisfaz o treinador?
Ela usa as duas mãos em punheta intensa, com torções e provocações, terminando em gozada no rosto e seios dela.
Tem masturbação na história?
Sim, Abigail se deda forte pro treinador assistir, acertando o G-spot e esguichando no banco do rinque. ]





