As Chamas do Festival de Carolina Se Acendem

Tambores pulsando enquanto corpos entrelaçados buscam o êxtase na névoa

A

As Marés Seranas de Carolina Despertam Éxtases Selvagens

EPISÓDIO 4

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Entrei no coração do festival, o ar grosso com o cheiro de sálvia queimando e ervas selvagens, tambores pulsando como um coração vivo sob o céu estrelado. Lanternas coloridas balançavam nos postes de tenda, lançando sombras tremeluzentes sobre foliões de pele nua dançando em círculos extáticos. Foi quando eu a vi — Carolina Jiménez, a beleza mexicana serena que tinha capturado meus pensamentos desde que nossos caminhos se cruzaram pela primeira vez. Aos 19 anos, com seu cabelo loiro liso e longo caindo como seda dourada pelas costas bronzeadas quentes, ela se movia com uma graça tranquila que cortava o caos. Ela usava um vestido boêmio esvoaçante, tecido transparente sussurrando contra seu corpo esguio de 1,68m, o material colando o suficiente pra dar uma pista de seus seios médios e cintura fina. No pescoço dela pendia aquele colar misterioso, o pingente brilhando fracamente à luz da fogueira, atraindo meus olhos pro balanço sutil do rosto oval dela e olhos castanhos escuros que guardavam uma profundidade de intensidade quieta. (312 palavras) Empurrando pela multidão de dançarinos, seus corpos pintados com tintas fluorescentes, eu fui até a tenda. Os tambores rítmicos ecoavam nas minhas veias, sincronizando com meu pulso acelerando. A presença de Carolina era magnética; seu corpo esguio silhuetado contra o brilho da tenda, o pingente do colar descansando logo acima da fenda dos seios dela, pegando a luz como uma promessa. Elena me avistou primeiro, sua pele azeitonada corada pelo que quer que fosse a mistura de ervas que elas tavam dividindo, seus cachos curtos emoldurando um sorriso malicioso. "Mateo Rivera, você chegou", ela gritou, a voz rouca por cima da música. Carolina se virou completamente, seus olhos castanhos escuros travando nos meus com aquela tranquilidade serena que sempre me desarmava. "A gente tava te esperando", ela disse baixinho, o...

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As Marés Seranas de Carolina Despertam Éxtases Selvagens

Carolina Jiménez

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