As Argilas de Carolina Amarram Appetites Rivais

Cordas de argila molhada torcem rivalidade em desejo sem limites

A

Argilas Serenas de Carolina Acendem Chamas Vorazes

EPISÓDIO 3

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Entrei no estúdio de Carolina Jiménez, o ar grosso com o cheiro terroso de argila molhada e o leve azedinho da criatividade. Aos 19 anos, essa gata mexicana com seu cabelo loiro liso e comprido caindo como seda dourada pelas costas bronzeadas quentes vinha chamando atenção na cena de arte. Seu rosto oval tinha uma tranquilidade serena que escondia o fogo que eu sabia que queimava por baixo. Magra com 1,68m, peitos médios e corpo atlético e fino se movendo com precisão graciosa enquanto ela moldava um pedaço enorme de argila no torno. O estúdio era um espaço cavernoso no centro da Cidade do México, paredes cheias de esculturas secando — formas abstratas que se retorciam como amantes em êxtase. Luz do sol filtrava pelas janelas altas, jogando feixes dourados no chão sujo de argila. Eu vim pra desafiar ela. Mateo López, o escultor rival dela, sempre um passo atrás nas competições mas louco pra pegar o primeiro lugar. A gente já tinha batido de frente em galerias, nossas peças competindo por atenção, mas hoje eu queria mais que elogios. Eu queria a submissão dela. 'Carolina', eu chamei, minha voz ecoando nas paredes de concreto. Ela virou, olhos castanhos escuros travando nos meus com aquela intensidade calma. 'Mateo. O que te traz pro meu território?' A voz dela era suave, tranquila, como uma brisa leve no Pacífico. Eu sorri de lado, subindo as mangas pra mostrar os antebraços tatuados empoeirados de argila do meu próprio estúdio. 'Um duelo. Arremesso de argila. O perdedor obedece o vencedor a tarde toda.' Os lábios dela curvaram de leve, um toque de diversão na expressão serena. A tensão acendeu na hora — o estúdio dela pareceu menor, carregado. Eu via o pulso acelerando na garganta dela, os dedos finos flexionando na argila molhada. Isso...

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Argilas Serenas de Carolina Acendem Chamas Vorazes

Carolina Jiménez

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