A Tentação de Dao a Mil Metros de Altura
Céus turbulentos acendem paixões proibidas na galley
Dao: Sussurros nos Céus do Êxtase Proibido
EPISÓDIO 4
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Eu me acomodei na minha poltrona de primeira classe no voo de Bangkok para Koh Samui, o zumbido dos motores como uma canção de ninar familiar pra um cara que voa toda hora como eu. As luzes da cabine diminuíram pro voo noturno, lançando um brilho suave e íntimo sobre as poltronas de couro macio. Foi aí que eu vi ela — Dao Mongkol, a modelo tailandesa cujos vídeos tinham me deixado acordado mais noites do que eu queria admitir. Ela tava do outro lado do corredor, o cabelo castanho ondulado longo caindo pelos ombros como uma cachoeira de seda, emoldurando o rosto oval com aqueles olhos castanhos escuros que pareciam guardar segredos do mar. A pele bronzeada quentinha dela brilhava sob a luz ambiente, o corpo esguio de 1,68m coberto por uma blusa branca simples mas elegante e uma saia justa que abraçava a cintura fina e os seios médios perfeitamente. Ela parecia sonhadora, romântica até, perdida em pensamentos enquanto olhava pela janela pro céu escurecendo.
Meu coração disparou. Eu seguia ela online há meses — os vídeos sensuais, o jeito que ela se movia com uma graça tão sedutora. O que uma gata dessas tava fazendo nesse pulo curto? Benefícios de quem voa muito, talvez. Eu me ajeitei na poltrona, roubando olhares, sentindo aquela ereção familiar crescendo. A comissária, uma mulher afiada chamada Lin, passou com bebidas, mas meus olhos grudaram em Dao. Turbulência bateu de repente, um solavanco que fez copos tilintarem e cintos apertarem. A mão de Dao agarrou o braço da poltrona, os lábios carnudos se abrindo num suspiro suave. A oportunidade chamou. Como habitué, eu conhecia o layout da galley de cor — o cantinho escondido atrás das cortinas onde a tripulação guarda suprimentos. Perfeito pra uma 'conversa particular'.


Eu soltei o cinto discretamente, esperando o sinal piscar. Lin tava ocupada na frente. Dao cruzou olhares comigo, dando um sorriso educado que mandou calor direto pro meu pau. 'Com licença', eu disse, me inclinando, 'voo ruim pela frente. A galley deve ter chão mais firme — e companhia melhor'. Os olhos dela brilharam de curiosidade, aquele lado sonhador romântico aparecendo. Ela hesitou, depois assentiu, soltando o cinto enquanto outro solavanco balançava o avião. O risco — a cabine pública a metros de distância, passageiros dormindo — só aumentava a emoção. Quando ela se levantou, a saia subindo um pouco e revelando coxas tonificadas, eu soube que essa tentação a mil metros tava só começando. Minha mente voava com possibilidades, os vídeos dela piscando na memória, alimentando fantasias que eu ia tornar reais logo.
A turbulência chacoalhou o avião de novo enquanto Dao me seguia pra galley, a mão dela roçando a minha por acidente — ou não? — mandando faíscas pelo meu braço. Eu puxei a cortina, levando ela pro espaço apertado forrado de carrinhos, mini-geladeiras zumbindo baixinho, cheiro de café fresco no ar. A cortina caiu, mas vozes da cabine vazavam fraquinhas, lembrando o quanto a gente tava exposto. 'Aran, né?', ela disse, a voz melódica com aquele tom sonhador, olhos castanhos escuros travados nos meus. Eu tinha me apresentado no meio do corredor, jogando meu status de frequent flyer como isca. 'Você parece familiar. De... online?'


Eu sorri, me encostando no balcão, perto o suficiente pra captar o perfume floral misturado com pele quentinha dela. 'Culpado. Seu conteúdo é incrível, Dao. Aquela gravação na praia em Phuket? Hipnotizante.' As bochechas dela coraram sob o bronzeado quentinho, mas ela não se afastou. Outro solavanco nos sacudiu, pressionando o corpo dela contra o meu por um instante — os seios médios macios no meu peito, o corpo esguio encaixando perfeito. 'Cuidado', eu murmurei, segurando a cintura dela, dedos demorando na curva dos quadris pela saia. Ela mordeu o lábio, faísca romântica acendendo. 'Essa turbulência... é empolgante, né? Tipo as aventuraszinha da vida.'
A gente conversou — a vida de modelo dela, minhas viagens de negócio, o romance de escapadas pra ilhas. Mas a tensão crescia com cada solavanco, a risada dela ofegante, olhos escurecendo. Eu confessei meu fã mais fundo: 'Seu vibe sonhador, o jeito que você se entrega pro momento... é viciante.' Ela se aproximou, nossas coxas se tocando. 'Bajulação te leva pra qualquer lugar, Aran.' O sinal do cinto piscou de novo, mas a gente ignorou. Passos se aproximaram — Capitão Somsak, eu chutei pelo passo autoritário. A cortina tremeu. 'Tudo bem aí atrás?' A voz dele era grave, com sotaque tailandês, ombros largos enchendo o espaço. Alto, imponente, uns 30 e poucos, uniforme impecável. Os olhos de Dao se arregalaram, mas excitação piscou, não medo.


O olhar de Somsak varreu a gente, demorando no rosto corado de Dao. 'Senhora Mongkol? Voo ruim.' Reconhecimento surgiu — ele conhecia o trabalho dela também? Frequent flyers fofocam. 'Capitão Somsak', eu disse suave, 'só mantendo nossa passageira estrela firme.' Ele riu, entrando, a galley agora lotada, calor subindo. Turbulência espelhava a tempestade dentro de mim, Dao sanduichada levemente entre nós, respiração acelerando. Ela olhou de um pro outro, sonhadora romântica virando aventureira. 'Parece seguro aqui', ela sussurrou, mão no meu braço, roçando o de Somsak também. O risco — Lin ou passageiros notando — pulsava como batida de coração. Os olhos de Somsak encontraram os meus, um pacto silencioso se formando. Isso tava escalando, e a emoção de Dao batia com a nossa.
A luz fraca da galley lançava sombras enquanto a turbulência nos jogava mais perto. Os olhos castanhos escuros de Dao seguraram os meus, depois piscaram pro Somsak, a pele bronzeada quentinha brilhando de expectativa. 'Essa emoção...', ela ofegou, os dedos esguios traçando meu queixo. Eu capturei os lábios dela num beijo faminto, macios e cedendo, provando gloss de manga doce. Ela gemeu baixinho, 'Mmm', pressionando os seios médios contra mim. Somsak assistiu, depois se juntou, as mãos fortes na cintura dela por trás, lábios no pescoço. 'Linda', ele rosnou.
Eu desabotoei a blusa dela devagar, revelando sutiã de renda envolvendo os seios médios perfeitos. Ela arqueou, ofegando, 'Ahh', enquanto eu tirava, mamilos endurecendo no ar fresco. De seios à mostra agora, o corpo esguio tremia — cintura fina abrindo pros quadris, pele como seda. Minhas mãos envolveram os seios, polegares circulando os picos, arrancando 'Ohh's ofegantes. Os dedos de Somsak desceram pra saia, abrindo o zíper, deixando ela cair. Ela usava calcinha sheer, já úmida. 'Tão pronta', eu sussurrei, ajoelhando pra beijar o umbigo, língua traçando pra baixo. Ela abriu as pernas um pouco, gemendo mais alto, 'Sim...'


Turbulência bateu, pressionando a ereção de Somsak contra a bunda dela, meu rosto a centímetros do calor dela. As mãos dele passearam pelos seios por trás, beliscando mamilos, a cabeça dela caindo pra trás com um gemido. 'Tá tão bom', ela arfou, dedos no meu cabelo. Eu esfreguei o nariz nas coxas dela, respiração quente pela calcinha, quadris dela se mexendo. Somsak a beijou fundo, línguas dançando, gemidos abafados. A cortina farfalhou — risco disparando adrenalina. Ela gozou só da nossa provocação, corpo tremendo, 'Meu deus, tô gozando!' Sucos encharcaram a renda, gritos suaves mas intensos. A gente a segurou pelas ondas, beijos ternos na pele corada, construindo pra mais.
O orgasmo de Dao a deixou ofegante, olhos vidrados de tesão. 'Mais', ela implorou, voz sonhadora rouca. Somsak e eu trocamos acenos — hora. Eu levantei, baixando a calça, meu pau grosso saltando livre. Ela ofegou, 'Que pauzão', masturbando ele com vontade. Somsak soltou o dele, mais longo, veiudo. Turbulência bateu forte, nos jogando juntos. 'Inclina ela', Somsak disse. Dao abriu as pernas bem contra o balcão, calcinha rasgada pro lado, expondo a bucetinha rosada brilhando, dobras molhadas implorando.
Somsak se posicionou atrás, lubrificando com os sucos dela, pressionando a cabeça no cuzinho dela. 'Relaxa, gata', ele murmurou. Ela assentiu, gemendo enquanto ele entrava centímetro por centímetro, 'Ahh... tão cheio!' Eu entrei na frente, esfregando meu pau na fenda dela, depois meti fundo na buceta. Penetração dupla — as paredes dela apertando os dois, veludo quente agarrando. 'Porra, que apertada!' eu gemi. Ela gritou, 'Sim! Me enche!' A gente sincronizou, balançando o corpo esguio dela, seios quicando, mamilos picos duros. Turbulência ajudava, solavancos nos metendo mais fundo. Os gemidos dela subiram, 'Ohh... mais forte!'


Suor brotava na pele bronzeada quentinha dela, cabelo ondulado longo chicoteando. Eu a beijei fundo, línguas embolando, enquanto Somsak agarrava os quadris, socando o cu. Sensações dominavam — a buceta dela me ordenhando, sucos pingando pelas coxas, cu esticado nele. Mudança de posição: eu levantei uma perna mais alto, ângulo mais fundo, acertando o ponto G. Ela explodiu, 'Gozei de novo! Ahhh!' Paredes espasmando, encharcando meu pau. A gente não parou, ritmo frenético, galley tremendo com a gente. Somsak rosnou, 'Toma', enchendo o cu dela quente. Eu segui, bombeando porra fundo na buceta, o terceiro orgasmo dela rasgando, corpo sacudindo, gemidos ecoando suaves.
A gente saiu devagar, porra vazando dos dois buracos, pernas dela tremendo. Ela desabou contra mim, beijando terno, 'Incrível... nunca me senti tão viva.' O risco — murmúrios da cabine perto — só intensificava o pós-gozo. A alma romântica dela brilhava, olhos sonhadores mas saciados. Mas fome sobrava; essa tentação a mil metros tava longe de acabar. Emoção interna explodiu — eu tinha apertado gravar no celular escondido mais cedo, capturando cada gemido pra depois. Somsak fechou o zíper, sorrindo safado, enquanto outro solavanco nos balançava.
Ofegantes na galley apertada, Dao aninhada entre Somsak e eu, o corpo de seios à mostra ainda corado, saia puxada de qualquer jeito. 'Isso foi... mágico', ela sussurrou, olhos sonhadores traçando nossos rostos, dedos entrelaçando nos meus. Somsak alisou o cabelo dela suave. 'Você é um sonho, Dao. Tipo voar por estrelas.' Palavras românticas do capitão a derretiam mais. Turbulência acalmou, mas tensão zumbia — cortina fina barrando a descoberta.


A gente trocou sussurros: o amor dela por aventuras espontâneas, nossa admiração compartilhada. 'Vocês me fizeram sentir adorada', ela disse, me beijando suave, depois Somsak. Carícias ternas acalmavam corpos exaustos, construindo intimidade emocional. 'Koh Samui espera, mas isso... inesquecível', eu murmurei, coração inchando além do tesão. Ela sorriu, vulnerável mas ousada. Passos se aproximaram — Lin? A gente congelou, depois relaxou quando passou. A conexão aprofundou, prometendo mais, a essência romântica dela nos unindo.
Lin irrompeu de repente, olhos arregalados na cena — Dao de seios à mostra, a gente desgrenhado. Mas em vez de choque, curiosidade acendeu. 'Capitão? O que...' Parando, o olhar dela devorando as curvas de Dao. Lin, comissária tailandesa baixinha, uniforme justo no corpo empinado. Dao, sempre romântica, estendeu a mão. 'Vem com a gente?' Lin hesitou, depois assentiu, tesão vencendo. Roupas voaram — uniforme de Lin revelando seios pequenos firmes, buceta depilada.
Elas posaram juntas, 2garotas entrelaçadas — corpo esguio de Dao contra o de Lin, lábios se encontrando num beijo apaixonado, gemidos sincronizando, 'Mmm.' Mãos exploravam: Dao dedando as dobras molhadas de Lin, 'Tão lisinha', Lin chupando os mamilos de Dao, arrancando ofegos. Turbulência voltou, corpos se esfregando. Dao abriu as pernas de Lin no balcão, língua mergulhando na buceta, lambendo o clitóris. Lin arqueou, 'Ohh sim!' Dedos mergulharam nos buracos cheios de porra de Dao, mexendo os restos. Mudança de posição: 69, Dao por cima, bundas pro alto, línguas fundo, gemidos abafados — 'Ahh, goza!' Orgasmo mútuo bateu, sucos fluindo, corpos tremendo.
Somsak e eu assistimos, paus endurecendo de novo. Elas posaram provocantes — pernas abertas, dedos nas bucetas, olhos travados de tesão. Cabelo longo de Dao drapejado nas coxas de Lin, pele bronzeada quentinha brilhando ao lado do tom mais claro de Lin. Prazer intenso crescia; Dao se esfregou em Lin, clits roçando frenético, 'Mais forte!' Gritos subiram, clímaxes explodindo, bucetas jorrando. Exaustas, desabaram se beijando, poses explícitas congeladas na paixão. A galley fedia a sexo, risco elétrico — qualquer batida acabava tudo. Minha gravação capturou cada detalhe, emoção secreta.
Pós-gozo nos envolveu, Dao encolhida contra Lin, depois eu e Somsak, corpos suados, corações batendo forte. 'Melhor voo da vida', ela suspirou sonhadora, brilho romântico radiante. Beijos demoraram, promessas de encontros em Koh Samui sussurradas. Mas enquanto vestíamos às pressas, Lin viu a tela do meu celular — ícone de gravação piscando. 'Aran... você tá filmando?' Traição piscou nos olhos dela, raiva misturando com choque. Rosto de Dao empalideceu, emoção virando pavor. Somsak tensionou. Cortina tremeu — passageiros se mexendo. Lin arrancou o celular, 'Isso acaba agora.' Tensão explodiu, descoberta dela plantando sementes de traição. Que consequência esperava no pouso?
Perguntas frequentes
O que acontece na galley durante o voo?
Dao é seduzida para sexo com Aran e capitão Somsak, com penetração dupla e gozadas intensas impulsionadas pela turbulência.
Lin se junta à orgia como?
Após flagrar a cena, Lin entra no tesão, trocando carícias lésbicas com Dao em 69 e scissoring, levando a orgasmos mútuos.
Qual o final da história?
Lin descobre a gravação secreta de Aran, criando tensão e traição, deixando o desfecho incerto no pouso em Koh Samui.





