A Tentação de Chloe na Travessia Noturna

Turbulência quebra o freio sob um céu de estrelas

A

A Rendição nas Alturas de Chloe ao Êxtase Aéreo

EPISÓDIO 3

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O Cessna zumbia pela noite de veludo, estrelas furando o preto infinito acima de nós. As mãos de Chloe apertavam o manche, sua pele clara brilhando de leve nas luzes da cabine, sardas como constelações espalhadas pelo nariz dela. Eu sentia o calor saindo da coxa dela onde minha mão descansava, casual mas carregada. Seus olhos azul-acinzentados piscaram pros meus, uma faísca de desafio neles, ciúme da nossa última voo ainda fervendo. "Acha que aguenta a escuridão, Chloe?", provoquei. Ela sorriu, afiado e convidativo. Essa noite, o céu não era a única coisa que a gente ia dominar.

Chloe subiu no Cessna com aquela graça natural dela, suas ondas longas e macias pegando as luzes fortes da pista enquanto se ajeitava no banco do piloto. Era logo depois do pôr do sol, o céu escurecendo pro índigo, e ela me mandou mensagem do nada: "Treino de voo noturno. Não me faz me arrepender". Eu sabia que o ciúme da nossa última curva de estol ainda pairava — aqueles olhos azul-acinzentados tinham faiscado quando minhas mãos a estabilizaram, algo possessivo se mexendo neles. Marcus, o instrutor rival dela, andava rondando desde então, mas essa noite era só nós dois, uma travessia pra sacudir o medo dela dos céus escuros.

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Eu escorreguei pro banco da direita, afivelando o cinto enquanto o motor tossia e pegava. "Pronta pra caçar estrelas?", perguntei, voz baixa no ronco. Ela me lançou um olhar, esperta como sempre, pele clara corando de leve sob as sardas. "Só se você prometer não bancar o herói de novo, Jasper. Da última vez suas mãos tavam em tudo quanto é canto." O tom dela era leve, mas tinha fogo por baixo, sofisticação charmosa escondendo a atração entre a gente.

A gente taxiou pra pista, as luzes se estendendo na noite que caía. Quando decolamos, o mundo sumiu — brilho da cidade apagando, horizonte nos engolindo inteiro. O foco de Chloe afiou, corpo magro tenso mas no comando. Eu observava ela, o jeito que os dedos dela dançavam nos controles, precisos e firmes. "Subida suave", murmurei, impressionado de verdade. Ela olhou de lado, lábios curvando. "Bajulação não vai estabilizar a turbulência que vem aí." Mal ela sabia, a verdadeira tempestade fervia dentro de mim, a proximidade dela acendendo algo imprudente. O altímetro girava pra cima, e com ele, a expectativa apertava mais.

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Turbulência bateu como uma onda braba uma hora depois, o avião sacolejando louco sobre os vales remotos. Os nós dos dedos de Chloe embranqueceram no manche, respiração acelerando, mas ela segurou firme, xingando baixinho. "Calma", falei, minha mão achando a coxa dela de novo, pra tranquilizar mas demorando demais. As luzes da cabine piscaram, jogando sombras na pele clara dela, sardas destacadas contra o rubor subindo pelo pescoço. Nossos olhos se cruzaram no brilho fraco, aquele ciúme de antes virando algo elétrico, faminto.

A gente saiu pra ar mais liso perto da pista, mas a tensão grudou mais grossa que a noite. Pousar na pista de cascalho foi como um alívio, lanternas do B&B piscando ao longe — um refúgio rústico pra pilotos ilhados, camas sob céu aberto. Dentro do nosso quarto, a porta mal fechou com clique antes de Chloe tirar o casaco, regata grudada úmida. "Puta turbulência", resmungou ela, sotaque britânico afiado com adrenalina. Eu cheguei mais perto, coração batendo forte. "Você pilotou como pro." Meus dedos roçaram os ombros dela, e ela não recuou.

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Ela virou, olhos azul-acinzentados travando nos meus, e tirou a regata pela cabeça num movimento fluido. De peitinho agora, seus seios 32B subiam com cada respiração, mamilos endurecendo no ar fresco, perfeitamente moldados no corpo magro dela. Sardas salpicavam o peito como estrelas. "Sua vez de me estabilizar, Jasper", sussurrou ela, charme esperto dando lugar a convite cru. Eu segurei o rosto dela, polegar traçando o lábio, depois desci, saboreando o calor da pele dela, o tremor sutil quando minhas palmas roçaram os seios. A cabeça dela caiu pra trás de leve, um gemido suave escapando, nossos corpos se aproximando na luz da lanterna.

A gente derramou pro pátio isolado do B&B, estrelas explodindo em cima num campo infinito de diamantes, a pista uma fita escura embaixo. A calcinha de Chloe caiu no deque de madeira, corpo magro nu e luminoso na luz da lua, pele clara brilhando com sardas como um mapa que eu morria de vontade de explorar. Eu tirei minha roupa rápido, puxando ela pra manta grossa que a gente pegou, olhos azul-acinzentados ferozes de tesão. Ela deitou de costas, pernas se abrindo instintivamente, e eu me ajeitei entre elas, minha rigidez pressionando contra o calor dela.

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A primeira estocada foi lenta, deliberada, o calor molhado dela me envolvendo centímetro por centímetro. Chloe arqueou, um gemido rasgando da garganta dela, reserva esperta estilhaçada. "Meu Deus, Jasper", ela ofegou, unhas cravando nos meus ombros, ondas longas e macias se espalhando como auréola. Eu fui mais fundo, saboreando o ritmo apertado, o jeito que os quadris magros dela subiam pra me encontrar, seios balançando suave a cada empurrão. O ar da noite refrescava nossa pele febril, estrelas assistindo cada ofego, cada rebolada. As paredes internas dela apertaram, me puxando pra dentro, e eu senti ela crescendo, aquele charme sofisticado se desfazendo em pura vontade trêmula.

Eu segurei o olhar dela, sorriso convencido sumindo pra algo mais cru enquanto o prazer enrolava apertado na minha barriga. As pernas dela se enrolaram em mim, pedindo mais forte, mais rápido, a manta áspera embaixo de nós. Suor brotava no peito sardento dela, respiração engasgando no ritmo da minha. Quando ela gozou, foi destruindo — corpo convulsionando, grito ecoando na noite, olhos azul-acinzentados piscando fechados em êxtase. Eu vim logo depois, jorrando fundo dentro dela, caindo com um gemido, nossos corações trovejando juntos sob o céu imenso.

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A gente ficou embolados no pós-gozo, estrelas girando devagar em cima, cabeça de Chloe no meu peito, ondas longas coçando minha pele. Ela traçava padrões preguiçosos no meu braço, ainda de peitinho, seios 32B pressionados macios contra mim, mamilos relaxados agora mas sensíveis na brisa. "Isso foi... inesperado", murmurou ela, voz rouca, charme esperto voltando como luz do amanhecer. Eu ri, dedos penteando o cabelo dela. "Turbulência tem suas vantagens." Os olhos azul-acinzentados dela subiram pros meus, sardas vivas na luz da lua, uma vulnerabilidade ali que eu nunca tinha visto.

Ela se mexeu, montando frouxo na minha cintura, corpo magro quente e mole. "Você é encrenca, Jasper Kane." Mas ela se inclinou, me beijando devagar e fundo, línguas se enroscando com calor residual. Minhas mãos passearam pelas costas dela, descendo pra apertar a bunda por cima da calcinha que ela vestiu de volta, polegares provocando a renda. Ela suspirou na minha boca, rebolando sutil, seios balançando no movimento, perfeitamente moldados e sardinhas. A noite parecia infinita, nosso caso proibido florescendo sob o cosmos. "Não para", sussurrou ela, mordiscando meu lábio, ousadia crescendo. Eu puxei ela mais perto, saboreando a ternura, o humor nos olhos dela prometendo mais tempestades pela frente.

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O beijo de Chloe ficou insistente, mãos me empurrando pra baixo enquanto ela se erguia em cima de mim, olhos azul-acinzentados ardendo. Ela tirou a tanga, jogando pro lado, depois me guiou pra dentro dela com uma descida lenta e deliberada. A sensação era exquisita — calor apertado dela me reclamando, molhado de antes. "Minha vez", soprou ela, voz com aquela borda sofisticada, agora empoderada. Quadris magros dela rolaram, ondas longas e macias balançando enquanto ela cavalgava, seios sardinhas quicando ritmados sob as estrelas.

Eu agarrei as coxas dela, empurrando pra cima no ritmo dela, manta se mexendo embaixo de nós. Ela se inclinou pra frente, mãos no meu peito, unhas arranhando leve, acelerando um tempo feroz. Cada descida arrancava um ofego dos lábios dela, prazer marcando as feições claras, corpo arqueando em êxtase. A noite amplificava tudo — ar fresco na pele suada, grilos distantes sublinhando os gemidos dela. As paredes dela tremeram, gozo se aproximando de novo, e eu assisti, hipnotizado, enquanto ela perseguia ele com ousadia, sem reserva nenhuma.

"Jasper... sim", gritou ela, estilhaçando em cima de mim, tremores ondulando pelo corpo magro. A visão, a sensação, me desfizeram — eu mergulhei fundo, gozo caindo como trovão. Ela desabou pra frente, rindo sem fôlego, nossos corpos colados na névoa estrelada. Naquele momento, o medo dela dos céus noturnos parecia conquistado, trocado por essa paixão selvagem e inexplorada.

O amanhecer rastejou pelas colinas, pintando a pista de ouro enquanto a gente se vestia no quarto do B&B, Chloe enfiando jeans e blusa fresca, ondas longas presas atrás, sardas suavizadas na luz. Ela parecia transformada — sorriso mais esperto, olhos azul-acinzentados mais brilhantes, tentações da noite pairando na postura relaxada dela. "Melhor treino de voo até agora", brincou ela, dando um soco leve no meu braço. Eu sorri, puxando ela pra um último beijo. "Até a próxima." A gente voou de volta em silêncio amigável, pousando suave na base.

Mas quando Chloe taxiou pra parar, Marcus tava esperando, braços cruzados, olhar furando o canopy. Aqueles olhos estreitaram nas bochechas coradas dela, no desalinho sutil, sabendo que algo tinha mudado. "Bennett", rosnou ele enquanto a gente saía do avião, voz tensa. "Meu escritório. Voo de supervisão solo — agora. A gente precisa discutir suas... distrações." A mão de Chloe roçou a minha em segredo, uma faísca de desafio no olhar pra mim. O ciúme do rival pesava grosso, prometendo tempestades pela frente.

Perguntas frequentes

O que acontece após a turbulência no voo de Chloe?

Chloe e Jasper pousam e transam intensamente no pátio do B&B sob as estrelas, com estocadas profundas e ela gozando forte.

Chloe tem medo de quê na história?

Ela tem medo dos céus escuros, mas a paixão com Jasper conquista isso em uma noite de sexo selvagem e ousado.

Quem é Marcus na trama erótica?

Marcus é o instrutor rival de Chloe, cheio de ciúme ao notar a química dela com Jasper após o voo noturno quente. ]

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Erika Bennett

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