A Rendição Rítmica de Carmen no Terraço

Sob as estrelas de Havana, o ritmo dela foi minha perdição.

O

O Ritmo Escolhido de Carmen no Fogo de Havana

EPISÓDIO 4

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A Rendição Rítmica de Carmen no Terraço
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A noite de Havana nos envolvia como um sussurro de amante, o ar grosso com sal do Malecón e o pulso distante da salsa subindo das ruas lá embaixo. Meu terraço no rooftop, um santuário escondido acima das fachadas coloniais em ruínas, parecia vivo essa noite. Carmen Vega estava na beira, sua silhueta recortada contra o céu estrelado, cabelo castanho escuro ondulando na brisa em ondas S relaxadas suaves que caíam longas pelas costas. Ela usava um vestido vermelho que abraçava sua silhueta esguia de 1,68m, o tecido balançando com os quadris dela como se fosse parte do ritmo que ela encarnava — apaixonado, quente, vibrante. Eu não conseguia tirar os olhos dela. Tinha algo magnético nela, um fogo que me atraía, prometendo rendição sob essas estrelas infinitas. A gente já tinha dançado antes, mas essa noite parecia diferente. As luzes da cidade piscavam lá embaixo como diamantes espalhados, e quando ela se virou pra mim, os olhos castanhos escuros travando nos meus com aquele meio-sorriso, eu soube que o ritmo ia nos levar pra um lugar sem volta. Meu pulso acelerou, acompanhando o batida da música que a gente ia deixar nos consumir logo. Essa era Carmen — calor cubano em forma humana — e nesse terraço, eu tava pronto pra adorar cada curva, cada balanço, até a noite nos render pros dois. Eu servi rum puro pra gente, o líquido âmbar brilhando na luz do lanternão enquanto eu entregava o copo pra ela. Os dedos da Carmen roçaram nos meus — de propósito, demorando um segundo a mais — e uma faísca pulou entre a gente, elétrica no ar úmido. "A ritmos que não mentem", ela brindou, a voz uma melodia safada com aquele sotaque cubano, olhos castanhos escuros segurando os meus por cima da borda. A gente...

A Rendição Rítmica de Carmen no Terraço
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O Ritmo Escolhido de Carmen no Fogo de Havana

Carmen Vega

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