A Rendição de Isla na Tempestade

Na fúria da tempestade, sua fachada fria derrete em rendição fervorosa.

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Enseadas Secretas da Isla: Culto às Curvas Sagradas

EPISÓDIO 4

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A chuva caía como se tivesse raiva pessoal, transformando a estrada costeira num rio de lama e arrependimento, os limpadores do meu velho caminhão mal dando conta das cortinas incessantes que borravam o mundo num nevoeiro cinza de spray salgado e oceano agitado lá fora. Cada solavanco sacudia pelas minhas botas encharcadas, minha mente correndo mais rápido que a tempestade, atraída irresistivelmente pra esse lugar, pra ela, o puxão tão primal quanto a maré. Parei no café da Isla bem quando o céu se abriu de novo, trovão rolando do mar como um aviso que eu tava longe demais pra ligar, o estrondo vibrando no meu peito, ecoando a batida trovejante do meu coração enquanto eu desligava o motor e saía correndo pela chuva. Ela tava lá atrás do balcão quando eu entrei tropeçando, encharcado até o osso, minha camisa grudada em cada gomo de músculo, água pingando do meu cabelo pro chão de madeira gasta, formando poças escuras que se infiltravam nas tábuas marcadas de sal, carregando o cheiro fraco de maresia e carvalho polido. Isla Brown, com o cabelo verde-água preso naquela trança lateral de rabo de peixe tão fácil, olhos azul-claros pegando a luz fraca como pedaços de céu de verão, o olhar dela subindo devagar, de propósito, como se tivesse esperado exatamente por esse momento no zumbido quieto do café vazio. Ela olhou pra cima, relaxada como sempre, mas tinha algo no jeito que inclinou a cabeça, na forma como a pele clara corou só um tiquinho sob meu olhar, um calor sutil florescendo nas bochechas como o primeiro sinal do amanhecer pelas nuvens, traindo a compostura fria que ela usava tão bem. "Kai", ela disse, o sotaque australiano macio mas com aquela borda gelada que ela vestia como armadura, as vogais enrolando no meu nome...

A Rendição de Isla na Tempestade
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Enseadas Secretas da Isla: Culto às Curvas Sagradas

Isla Brown

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