A Primeira Rendição de Klara ao Ritmo

Na névoa dos bastidores, o ritmo dela se sincronizou com o pulso provocante dele.

A

A Escolha Eletrizante de Klara: Brinde aos Gemidos Escolhidos

EPISÓDIO 3

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A Primeira Rendição de Klara ao Ritmo
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O grave do show ainda pulsava nas minhas veias enquanto eu escorregava pros bastidores, a porta pesada clicando ao fechar atrás de mim com um baque satisfatório que isolava o rugido fading da galera. O lounge da afterparty me envolveu como um casulo escuro de sofás de veludo e neon piscando, o ar grosso com os cheiros misturados de perfumes caros, bebida derramada e o leve azedo acre dos fogos de palco que grudava em tudo. Luzes roxas e azuis pulsavam devagar pelas paredes, lançando sombras dançantes como ecos do set que a gente tinha tocado. Lá estava ela — Klara Eriksson, a sereia sueca que hipnotizou a galera com os vocais etéreos, a voz dela ainda assombrando as bordas da minha mente, aquelas notas agudas e cristalinas que cortaram as ondas de synth como uma lâmina de luz pura. Os cachos loiro mel dela escapavam de um coque solto, emoldurando aqueles olhos azuis penetrantes que agora travaram nos meus do outro lado do salão, me segurando num olhar que parecia inocente e carregado de promessa não dita. Ela riu de algo que um roadie falou, o som claro e melódico, tipo sinos de vento numa brisa de verão, o corpo magro balançando devagar no beat residual que vibrava pelo piso, pele clara brilhando sob as luzes baixas com um brilho suave e luminescente que a fazia parecer quase de outro mundo. Eu ainda via ela no palco, perdida na música, corpo se movendo com aquela graça natural e fluida, cada gesto amplificando a emoção que ela derramava nas letras. Meu coração acelerou um grau, pulso sincronizando com a memória, um calor baixo crescendo no meu centro enquanto eu a observava, atraído irresistivelmente pra mais perto. Eu senti aquilo então, aquela puxada elétrica, tipo o primeiro drop numa track construindo...

A Primeira Rendição de Klara ao Ritmo
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Klara Eriksson

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