A Indiscrição Nebulosa de Taylor em Londres

Na bruma da névoa londrina, uma tentação fugaz desfaz lealdades ocultas.

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Sussurros no Jato de Taylor: Desejos com os Pés no Chão

EPISÓDIO 3

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A névoa grudava nas ruas de Londres como um segredo, densa e implacável, enquanto eu a via entrar na sala de embarque do aeroporto. Taylor Smith, com suas ondas castanhas emoldurando aqueles olhos verdes penetrantes, carregava uma energia que cortava a penumbra. Nossos olhares se cruzaram pelo salão, uma faísca acendendo na luz fraca. Mal eu sabia que essa escala a levaria pro meu apê em Mayfair, onde vulnerabilidade e desejo colidiriam nas sombras das janelas cobertas de névoa.

A sala de embarque de Heathrow fervilhava de viajantes cansados, mas ela se destacava como um farol na bruma. Taylor Smith, o nome dela saía da boca dela com aquele sotaque americano fácil quando a gente puxou papo no bar. Ela tava de escala vindo de LA, ondas castanhas caindo pelos ombros, olhos verdes brilhando com aquela energia safada que acelerou meu pulso. A névoa pressionava as janelas, transformando o mundo lá fora num borrão cinza, espelhando a névoa repentina na minha mente.

A Indiscrição Nebulosa de Taylor em Londres
A Indiscrição Nebulosa de Taylor em Londres

Não resisti e me inclinei, oferecendo um drinque pra espantar o jet lag. "Oliver Thorne", eu disse, estendendo a mão, sentindo o calor da pele clara dela na minha. Ela riu, um som como sinos de vento no ar úmido, e me contou dos jobs de modelo, dos voos intermináveis, da emoção de cidades novas. Tinha um brilho nos olhos, porém — algo distante, como se carregasse um peso do outro lado do oceano. Ryan, ela mencionou uma vez, vagamente, um nome solto como uma sombra.

Quando nossos voos foram atrasados por tempo indeterminado, a ideia escapou naturalmente. "Meu apê em Mayfair não fica longe. Noite de névoa assim, melhor que ficar andando de um lado pro outro aqui." O sorriso dela se abriu, divertido e impulsivo, e pronto, ela tava no meu Jaguar, as luzes da cidade borrando na bruma enquanto cortávamos as ruas. O prédio elegante surgiu na frente, toda pedra georgiana e luxo silencioso. Eu a levei pra dentro, o elevador zumbindo baixinho, o corpo atlético e magro dela perto o suficiente pra eu pegar o cheiro leve do perfume — cítrico e algo selvagem.

A Indiscrição Nebulosa de Taylor em Londres
A Indiscrição Nebulosa de Taylor em Londres

Na sala, janelas do chão ao teto emolduravam a névoa rodopiando nos telhados de Mayfair. Eu servi uísque pra gente, o líquido âmbar pegando a luz baixa. Ela afundou no sofá de couro, chutando os saltos, o vestido preto abraçando suas curvas de 1,68m direitinho. A gente conversou — sobre finanças, os ensaios dela, o anonimato das escalas. A energia dela me puxava, papo safado deixando o ar elétrico. Mas por baixo, eu sentia a distração dela, uma vulnerabilidade ecoando de seja lá o que — ou quem — esperava em casa.

O uísque nos aqueceu, soltando as arestas da noite. Taylor se inclinou mais no sofá, os olhos verdes travando nos meus com aquela faísca energética, a pele clara brilhando na luz suave da lâmpada. "Sabe, Oliver, essa névoa faz tudo parecer... onírico", ela murmurou, a voz rouca, dedos traçando a borda do copo. Eu larguei o meu, atraído pelo puxão safado dela, e segurei o rosto dela, sentindo a maciez da bochecha.

A Indiscrição Nebulosa de Taylor em Londres
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Nossos lábios se encontraram devagar no começo, um roçar hesitante que acendeu como graveto seco. Ela tinha gosto de uísque e doçura, a respiração acelerando enquanto eu aprofundava o beijo, as mãos descendo pelo pescoço, pelos ombros. Ela se arqueou contra mim, energética e ousada, os dedos puxando os botões da minha camisa. A névoa lá fora engrossava, abafando o mundo, como se nos desse esse interlúdio roubado. Eu tirei a blusa dela, revelando o volume claro dos seios 32C, mamilos endurecendo no ar fresco, perfeitamente moldados e pedindo atenção.

Ela arfou baixinho quando minha boca os achou, língua circulando um pico enquanto a mão amassava o outro, o corpo atlético e magro dela se contorcendo embaixo de mim. "Meu Deus, isso é bom pra caralho", ela sussurrou, as ondas longas e macias espalhando pelos cushions, agora bagunçadas pela nossa fúria. As mãos dela passeavam pelo meu peito, unhas roçando a pele, criando um ritmo de toques que nos deixou os dois sem fôlego. Ainda de saia e calcinha de renda, ela se esfregou na minha coxa, o calor entre as pernas dela evidente mesmo pelo tecido. Vulnerabilidade piscava nos olhos dela no meio do desejo — culpa, talvez, pelo Ryan distante —, mas ela empurrou pro lado, me puxando mais perto, a natureza safada dela se rendendo ao puxão do momento.

Eu a levantei sem esforço, as pernas atléticas e magras dela se enroscando na minha cintura enquanto eu a carregava pro quarto, a névoa pressionando as janelas como uma voyeur. A gente caiu na cama king size, lençóis frios contra a pele quente dela. Os olhos verdes de Taylor queimavam de tesão, o corpo claro dela agora nu, saia e calcinha jogadas num rastro frenético. Eu me posicionei em cima, saboreando como ela abria as pernas convidando, a cintura fina se arqueando pra me encontrar.

A Indiscrição Nebulosa de Taylor em Londres
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Entrar nela foi como afundar em seda quente, apertada e acolhedora, o gemido dela enchendo o quarto enquanto eu a preenchia toda. Devagar no começo, eu balancei os quadris, sentindo cada centímetro dela me apertando, os seios 32C balançando devagar a cada estocada. "Oliver... isso", ela ofegou, as ondas castanhas longas se espalhando no travesseiro, mãos agarrando meus ombros. A culpa pairava nos sussurros dela — algo sobre a vulnerabilidade do Ryan ecoando na mente —, mas o prazer afogava, o eu safado e energético dela surgindo no jeito que ela empurrava pra cima pra combinar com meu ritmo.

Eu acelerei, mais fundo agora, o tapa de pele misturando com os arfares dela, névoa rodopiando lá fora como se espelhasse nossa tempestade crescendo. As paredes dela me apertaram, corpo tenso, olhos verdes travando nos meus em intensidade crua. Ela gozou embaixo de mim, gritando, unhas cravando nas minhas costas, a pele clara corando rosa. Eu gozei logo depois, me enterrando fundo, o alívio tremendo por nós dois. A gente ficou embolado, respirações sincronizando, mas mesmo no pós-gozo, vi a sombra cruzar o rosto dela — arrependimento se infiltrando como a bruma.

A gente recuperou o fôlego no brilho fraco, a cabeça dela no meu peito, ondas longas fazendo cócegas na minha pele. Taylor traçava círculos preguiçosos no meu braço, os seios claros pressionados contra mim, mamilos ainda durinhos do frio. "Isso foi... intenso", ela disse baixinho, a voz com aquele tom divertido, embora culpa entrelaçada. Ela mencionou Ryan de novo, vagamente — uma vulnerabilidade recente, algo terno que fazia o coração dela doer até agora.

A Indiscrição Nebulosa de Taylor em Londres
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Eu a puxei mais perto, beijando a testa, sentindo o corpo atlético e magro dela relaxar no meu. "Escalas são pra esquecer, né?", eu provoquei leve, ganhando uma risada que vibrou contra mim. O celular dela vibrou na mesinha — uma mensagem da Elena, avisando que o Ryan tava ficando suspeito, fotos talvez circulando. Taylor suspirou, olhos verdes distantes, mas ela largou pro lado, rolando por cima de mim brincalhona. Ainda de peitos de fora, só com os lençóis drapejados baixo, as curvas 32C pairavam provocantes perto, perfeitamente moldadas e coradas.

Ela me beijou então, devagar e terno, mãos explorando meu peito com energia renovada. Vulnerabilidade brilhava no olhar dela, mas desejo também, faísca safada reacendendo. "Mais uma vez?", ela sussurrou, se esfregando sutil, calor crescendo de novo. A névoa lá fora parecia prender a respiração, a cidade perdida na bruma, enquanto a gente demorava nessa bolha frágil de intimidade e arrependimentos não ditos.

Encorajada, Taylor se mexeu, os olhos verdes faiscando com aquele fogo energético enquanto me empurrava de volta pros travesseiros. Ela me cavalgou de vez agora, pele clara brilhando, corpo atlético e magro posicionado em cima como uma deusa no quarto iluminado pela névoa. Me guiando pra dentro dela de novo, ela desceu devagar, um gemido compartilhado escapando enquanto ela tomava o controle, cavalgando num ritmo que crescia como uma tempestade se formando.

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A Indiscrição Nebulosa de Taylor em Londres

As ondas castanhas longas balançavam a cada subidas e descidas, seios 32C ondulando hipnoticamente, cintura fina girando em movimento perfeito. "Assim?", ela provocou ofegante, safada mesmo na paixão, mãos no meu peito pra se apoiar. Eu agarrei os quadris dela, estocando pra cima pra encontrar, o calor molhado dela me envolvendo todo. Culpa piscou — o nome do Ryan um fantasma —, mas ela espantou, se inclinando pra frente, lábios roçando os meus, ritmo acelerando.

A cama rangia embaixo de nós, névoa velando o mundo além das janelas, os gemidos dela crescendo mais altos, corpo tremendo enquanto o clímax se aproximava. Ela cavalgou mais forte, se esfregando fundo, olhos verdes semicerrados em êxtase. Quando ela explodiu, me apertando em ondas, me levou junto, gozando dentro dela com um alívio gutural. Ela desabou em cima de mim, exausta e tremendo, nossos corpos suados embolados, o ar grosso de satisfação e o leve subtexto da turbulência interna dela.

O amanhecer rastejou pela névoa, pintando o apê de Mayfair em cinzas suaves. Taylor se vestiu às pressas, enfiando o vestido preto, ondas longas puxadas pra trás bagunçadas, olhos verdes sombreados pelas indiscrições da noite. A gente tomou café pelas janelas, a vibe safada e energética dela agora contida, trocada por uma vulnerabilidade quieta. "Isso foi... um erro, talvez", ela admitiu, voz falhando, celular agarrado firme.

Ele tocou então — videochamada do Ryan. Ela hesitou, depois atendeu, o rosto claro empalidecendo enquanto a voz dele explodia. "Taylor, que porra é essa? Fotos de uma sala em Londres, com ele. Explica." Ela gaguejou, culpa caindo sobre ela como a névoa lá fora. Aí o aviso da Elena se confirmou: Ryan tinha visto as imagens circulando. Pior, o susto de saúde do pai dela — internado em LA, urgente.

Ryan exigiu que ela voasse de volta na hora pra um encontro, voz crua de traição. Os olhos de Taylor encontraram os meus, dilacerados, enquanto ela desligava. "Tenho que ir", ela sussurrou, pegando a bolsa. A porta clicou fechando atrás dela, me deixando na bruma, me perguntando se aquela noite nebulosa tinha quebrado mais que só uma aventura de escala.

Perguntas frequentes

O que acontece na indiscrição de Taylor em Londres?

Taylor conhece Oliver no aeroporto, vai pro apê dele e transa intensamente duas vezes, traindo Ryan na névoa londrina.

Por que Taylor sente culpa durante o sexo?

Ela pensa no namorado Ryan e na vulnerabilidade dele, mas o tesão vence até o arrependimento bater no final.

Como a história termina?

Ryan liga furioso com fotos, o pai dela tem problema de saúde, e Taylor vai embora, deixando Oliver na bruma. ]

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