A Farra dos Padrinhos de Abigail no Château
Espelhos refletindo desejos infinitos enquanto Abigail se entrega ao banquete proibido dos padrinhos.
Os Votos Sussurrados de Abigail no Crepúsculo Quebecano
EPISÓDIO 3
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O château opulento se erguia como um sonho tecido de pedra e segredos, seus salões dourados zumbindo com a loucura pré-casamento das núpcias dos Beaumont. Lustres de cristal derramavam luz sobre pisos de mármore polido, e o ar carregava o leve perfume de lírios frescos misturado com carvalho envelhecido. Abigail Ouellet, a madrinha canadense de 20 anos, se movia pelo caos com sua gentileza característica, seu corpinho miúdo de 1,68m vestido num vestido justo que abraçava suas curvas de pele mel. Seu cabelo longo lilás estava trançado numa fishtail intricada que balançava suavemente a cada passo, emoldurando seu rosto oval e olhos castanhos que brilhavam com empatia. Ela ajustava os smokings dos padrinhos um por um, seus peitos médios subindo suavemente enquanto se esticava, seu corpo atlético e magro irradiando calor no meio da rigidez formal.
Luc Beaumont, o irmão carismático do noivo, chamou sua atenção do outro lado do provador. Seu cabelo escuro bagunçado na medida certa, seus ombros largos enchendo o paletó sob medida, ele deu um sorriso que prometia bagunça. "Abigail, você tem mãos mágicas", ele provocou, seu sotaque francês enrolando as palavras como fumaça. Ela corou, sua natureza gentil fazendo ela demorar, ajudando com um abotoadura teimosa. Os outros padrinhos — Pierre, com sua mandíbula rústica e sorriso safado, e Jacques, magro e intenso — observavam, os olhos traçando sua silhueta com apreciação. Ao fundo, Marie Duval, outra madrinha, tomava champanhe com um sorriso cúmplice, enquanto Elena Rossi rondava perto dos espelhos, seu olhar afiado não perdendo nada.


Enquanto a risada ecoava, Luc se inclinou perto, o hálito quente na orelha dela. "Vem, preciso da sua ajuda no sótão lá em cima. Algo particular." O coração de Abigail acelerou — sua empatia a puxando pra ajudar, mas um arrepio se agitava lá no fundo, desconhecido e inebriante. O sótão do château esperava, um santuário escondido forrado de espelhos do chão ao teto que multiplicavam cada olhar em infinito. Ela o seguiu pela escada em espiral, a barra do vestido roçando suas coxas, sem saber que esse ato de gentileza ia se desfazer numa farra de desejo sem freios. Os espelhos prometiam capturar cada momento, cada rendição, em reflexo eterno.
O sótão era um reino de luxo e intimidade, seus tetos abobadados adornados com afrescos intricados, paredes inteiramente revestidas de espelhos antigos que transformavam o espaço num caleidoscópio de si mesmo. Chaise lounges de veludo e uma cama de dossel enorme dominavam o centro, cobertas de lençóis de seda que brilhavam sob a luz suave de lâmpadas douradas. O ar era mais denso ali, cheirando a sândalo e o leve almíscar de antecipação. Abigail entrou, seus olhos castanhos se arregalando com o luxo, sua trança fishtail balançando enquanto Luc fechava a pesada porta de carvalho atrás deles com um clique suave.


"Aqui é onde guardamos os acessórios especiais", Luc explicou, a voz baixa e convidativa, guiando ela até um cabide de complementos de smoking. Mas a mão dele demorou na lombar dela, os dedos pressionando o suficiente pra mandar um arrepio pela espinha. A gentileza de Abigail a fez ignorar a faísca, focando em ajudar. "Deixa eu arrumar essa gravata pra você", ela disse baixinho, suas mãos miúdas ajustando a seda com destreza. Pierre e Jacques surgiram por uma porta lateral, carregando sacos de roupas, sua presença enchendo o quarto de energia masculina. "Abigail, ma belle, você é uma salvadora", Pierre sorriu, os olhos passeando pela silhueta dela enquanto tirava o paletó.
A tensão se enrolava como uma mola. O olhar de Luc travou no dela no espelho, multiplicado infinitamente, fazendo ela se sentir exposta, desejada. "Você tá linda nesse vestido", ele murmurou, se aproximando, o peito roçando as costas dela. Ela sentiu o calor subir nas bochechas, sua natureza empática brigando com uma curiosidade brotando. Jacques se juntou, oferecendo uma taça de champanhe. "Pelo noivo e a noiva — e por ajudantes como você", ele brindou, seus dedos magros roçando os dela. A conversa fluiu, cheia de duplo sentido: Luc brincando sobre "amarrar nós", Pierre elogiando o "encaixe perfeito" dela. Abigail riu, mas por dentro, seus pensamentos disparavam — sua gentileza a puxando mais fundo, mas seu corpo respondia com um calor que ela não podia negar.


Marie entrou quietinha, se empoleirando numa chaise com um sorriso secreto, os olhos brilhando enquanto observava. Elena rondava no limiar sem ser vista, o celular discretamente inclinado. Os espelhos capturavam cada olhar, cada roçar de tecido, construindo uma carga elétrica. A respiração de Abigail acelerou; o que começou como provador virou flerte, mãos "acidentalmente" roçando coxas, elogios ficando roucos. Luc a puxou pro lado atrás de uma tela, sussurrando, "Fica. A gente precisa de você." O coração dela batia forte, empatia virando algo mais faminto, o risco de ser pega adicionando uma borda proibida. Os padrinhos se aproximaram em círculo, as intenções claras nos olhares quentes, os espelhos do sótão prometendo testemunhar o desmanche dela.
As mãos de Luc acharam o zíper do vestido de Abigail, o toque agora deliberado, descendo com uma lentidão agonizante. O tecido se amontoou aos pés dela, revelando seu corpo de cima pelado — seus peitos médios livres, mamilos endurecendo no ar fresco do sótão. Ela usava só calcinha de renda, sua pele mel brilhando sob a luz da lâmpada, corpinho miúdo tremendo com uma mistura de nervos e desejo despertando. "Você é exquisita", Luc soprou, as palmas envolvendo seus peitos, polegares circulando os picos. Abigail ofegou, seus olhos castanhos piscando, gentileza dando lugar a desejo enquanto prazer faiscava por ela.
Pierre e Jacques se aproximaram, espelhos refletindo a chegada deles de todos os ângulos. A boca de Pierre tomou um mamilo, chupando devagar, enquanto Jacques beijava seu pescoço, as mãos passeando pela cintura fina dela. "Deixa a gente te agradecer direito", Jacques sussurrou, os dedos mergulhando na calcinha, provocando as dobras molhadas. Abigail gemeu baixinho, "Ah... isso é...", mas as palavras se dissolveram num gemido ofegante enquanto Luc a beijava fundo, a língua explorando. O corpo dela arqueou, sensações dominando — calor úmido crescendo entre as coxas, peitos doendo sob os carinhos deles.


Ela se sentia exposta mas empoderada, sua trança fishtail soltando fios que emolduravam seu rosto corado. Mãos por todo lado: amassando, acariciando, dedos circulando o clitóris até ela tremer, um orgasmozinho ondulando durante o foreplay, o ofego ecoando. "Sim... mais", ela murmurou, seu coração empático agora desejando o toque deles. Marie observava da chaise, a própria respiração acelerando, dedos pressionando as coxas juntas voyeuristicamente. Os espelhos multiplicavam a intimidade, Abigail se vendo cercada, desejada, seu corpo respondendo com umidade ansiosa. A tensão subiu enquanto a calcinha era puxada pro lado, dedos mergulhando mais fundo, levando ela pra outro pico, seus gemidos variando — agudos da sucção de Pierre, guturais dos beijos de Luc.
O mundo de Abigail se dissolveu numa sinfonia de sensação enquanto Luc a erguia pra cama de dossel, os lençóis de seda frios contra a pele quente dela. A calcinha de renda foi rasgada, expondo sua buceta detalhada, reluzente e inchada. Luc se posicionou entre as coxas dela, seu pau grosso pressionando a entrada antes de meter fundo num movimento fluido. Ela gritou, um gemido longo e gutural, seu corpinho miúdo se esticando ao redor dele, as paredes apertando em prazer exquisito. Espelhos capturavam todos os ângulos — seus olhos castanhos arregalados, trança lilás espalhada, pele mel escorregadia de suor.
Pierre se ajoelhou ao lado, enfiando seu pau rígido na boca dela; ela chupou com avidez, sua gentileza transformada em fome voraz, língua rodando enquanto balançava a cabeça. Jacques acariciava o clitóris dela, intensificando a dupla penetração de sentidos. Luc metia ritmicamente, quadris batendo, cada estocada mandando choques pelo núcleo dela. "Porra, você é apertada", Luc gemeu, seus gemidos abafados ao redor de Pierre vibrando nele. Ela se sentia cheia, dominada, prazer se enrolando mais apertado — orgasmo explodindo enquanto Luc acertava o ponto G dela, o corpo convulsionando, buceta pulsando ao redor dele em ondas de êxtase. Os sucos encharcaram os lençóis, seus ofegos virando choramingos.


Eles mudaram: Abigail de quatro, espelhos refletindo suas costas arqueadas. Jacques entrou por trás, suas estocadas magras profundas e rápidas, bolas batendo no clitóris. Luc tomou a boca dela de novo, Pierre embaixo, chupando seus peitos balançantes. Sensações se sobrepunham — plenitude esticada, mordidinhas nos mamilos mandando faíscas, seu segundo clímax crescendo do ritmo implacável. "Mais forte", ela implorou entre estocadas, voz rouca. Jacques obedeceu, agarrando os quadris dela, metendo até ela se desfazer de novo, gritos abafados, corpo tremendo. Suor pingava, pele batendo levemente, mas seus gemidos variados dominavam — ofegos agudos pra Jacques, gemidos profundos pra Luc.
Posição mudou de novo: Luc deitado de costas, Abigail cavalgando ele de ré, empalada fundo, rebolando enquanto Pierre tomava a boca dela de novo. Jacques dedava o cu dela provocativamente, adicionando intensidade proibida. Seus pensamentos internos disparavam: esse desejo, essa rendição, parecia certo, sua alma empática agora libertada na luxúria. Prazer subia sem parar, orgasmos se misturando num pico eterno, seu corpinho miúdo tremendo no meio dos grunhidos dos padrinhos. O olhar voyeurístico de Marie queimava das sombras, alimentando a ousadia de Abigail. Os espelhos transformavam o gangbang em infinito, cada estocada, cada tremor eterno.
Enquanto a intensidade diminuía por um momento, Abigail desabou nos lençóis, o corpo brilhando com tremores pós-orgasmo, pele mel corada e marcada com chupões. Luc a puxou pros braços dele, beijando a testa com ternura. "Você é incrível", ele sussurrou, dedos traçando a trança fishtail dela. Pierre e Jacques flanquearam ela, os toques agora gentis, acariciando os braços, oferecendo goles de champanhe. "A gente não esperava... esse fogo em você", Pierre disse baixinho, seu rosto rústico suavizado por admiração.


Marie se aproximou enfim, seu tesão voyeurístico evidente nas pupilas dilatadas. "Foi lindo de ver", ela confessou, sentando ao lado de Abigail, mão na coxa dela em solidariedade de irmãs. Conversa fluiu íntima: Abigail contando como sua gentileza escondia esse desejo, os padrinhos confessando a atração instantânea. Risadas se misturavam com sussurros, laços emocionais se formando no brilho dos espelhos. Abigail se sentia vista, valorizada, o coração inchando junto com o corpo satisfeito. Mas a sombra de Elena pairava invisível, plantando sementes de rivalidade futura.
Fome renovada acendeu enquanto Luc virava Abigail de costas, abrindo as pernas dela bem abertas. Ele mergulhou de novo, missionário fundo, tornozelos dela nos ombros dele pra penetração máxima. Sua buceta, ainda sensível, o apertava ferozmente, cada estocada arrancando gemidos ofegantes que ficavam mais altos, mais desesperados. Pierre sentou no peito dela, escorregando entre seus peitos médios, fodendo os peitos enquanto ela lambia a cabeça. Jacques tomou a mão dela, guiando pra punhetar ele. Espelhos amplificavam a putaria — seu corpinho miúdo se contorcendo, cabelo lilás espalhado, olhos castanhos travados no olhar intenso de Luc.
Sensações dominavam: pau esticando as profundezas dela, peitos apertados ao redor de Pierre, mão bombeando Jacques. "Caralho, Abigail, você é nossa", Luc rosnou, ritmo brutal, acertando o colo do útero com dor-prazer delicioso. Seu terceiro orgasmo subiu rápido, restos de foreplay alimentando — clitóris latejando das provocações anteriores. Ela se desfez, gritando, "Sim! Me fode!", paredes ordenhando ele, disparando a gozada quente dele dentro dela, porra escorrendo pra fora.
Sem pausa: eles rodaram. Pierre agora embaixo, Abigail cavalgando de frente, quicando com vigor, peitos balançando. Jacques entrou por trás, dupla penetração esticando ela impossivelmente — buceta e cu cheios, dor derretendo em euforia. Luc enfiou o pau melado de porra na boca dela, gemidos gorgolejando, variados — ganidos altos da plenitude, guturais da profundidade anal. Fogo interno rugia: seu desejo totalmente solto, gentileza evoluída pra domínio no prazer. Posições mudavam fluidas — espeto, ela de lado com um na boca, um na buceta, um no cu. Orgasmos cascateavam: dela múltiplos, tremendo violentamente, gozadas deles pintando a pele dela, enchendo ela. Marie observava mais de perto, sussurrando incentivos, intensificando o pico emocional. O sótão pulsava com o ritmo deles, espelhos ecoando êxtase infinito, corpo de Abigail uma tela de prazer escorregadio e gasto.
No pós-gozo, Abigail jazia entrelaçada com os padrinhos, corpos escorregadios e saciados, o ar pesado de almíscar e satisfação. Luc acariciou a bochecha dela, "Isso foi... transformador." Ela sorriu, seus olhos castanhos sonhadores, desejo solidificado em confiança. Marie entrou no abraço, compartilhando beijos suaves. Mas sombras se mexeram — Elena irrompeu, celular erguido. "Sorri, Abigail. Tenho fotos. Precisamos de uma reunião particular." Rivalidade acendeu, suspense pairando enquanto o coração de Abigail disparava, segredos prontos pra desmanchar o casamento.
Perguntas frequentes
O que acontece no sótão espelhado?
Abigail se entrega a uma orgia com os padrinhos, com espelhos refletindo cada foda, chupada e orgasmo em ângulos infinitos.
Quais posições rolam na história?
Missionário profundo, de quatro, cowgirl, reverse cowgirl, dupla penetração e spit-roast, tudo com detalhes explícitos.
Tem voyeurismo na orgia?
Sim, Marie assiste e se excita, enquanto Elena filma escondida, adicionando tensão e rivalidade pro final. ]





