A Escolha Nos Bastidores da Giorgia

Nas asas sombreadas da Milan Fashion Week, a pose de uma modelo acende o comando proibido de um rival.

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Traços Escolhidos: A Devoção Rival de Giorgia

EPISÓDIO 1

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O rugido pulsante da multidão filtrava pelas cortinas pesadas de veludo como um trovão distante, vibrando pelas paredes dos bastidores da Milan Fashion Week, onde o ar pairava grosso de expectativa e o cheiro forte de adrenalina. Nos bastidores, era uma loucura diferente — um redemoinho de passos apressados ecoando no concreto polido, o farfalhar frenético de tecidos enquanto costuras eram presas e ajustadas, e o zumbido baixo de sussurros animados misturado com o jato de spray de cabelo que grudava em cada respiração. Modelos corriam como gazelas em saltos impossivelmente altos, seus corpos esguios enrolados em protótipos que sussurravam promessas de glamour, as sedas brilhando sob as luzes fluorescentes duras que lançavam sombras dramáticas em suas pernas tonificadas. No meio delas, estava Giorgia Mancini, suas ondas castanho-claras emoldurando um rosto que podia lançar mil campanhas, aqueles fios macios pegando a luz e caindo em camadas perfeitas que pediam para serem tocados. Aos vinte e quatro, ela era a ambição em pessoa, aqueles olhos azul-claros varrendo o ambiente com uma fome que igualava a minha, um olhar penetrante que parecia cortar o caos direto até o meu centro, despertando algo primal em mim. Eu era Alessandro Rossi, o designer rival cujas coleções já tinham batido de frente com as dela em passarelas antes, cada desfile um campo de batalha de estilos onde o minimalismo elegante dela ousadamente minava minha opulência ousada, deixando críticos comentando e nós trocando olhares quentes de longe. Mas naquela noite, nesse hive caótico de camarins, algo mudou profundamente, uma corrente invisível me puxando pra ela como gravidade. Nossos olhos se encontraram do outro lado dos cabides de seda e couro, os tecidos balançando devagar como pêndulos marcando os segundos até a colisão, e eu soube — eu ia escolhê-la. Não só pro ensaio, mas pras poses íntimas que testariam todos os limites, poses que eu já via na cabeça nos empurrando pra territórios inexplorados de toque e revelação. Seu corpo delicado, pele clara brilhando sob as luzes do camarim com um brilho de porcelana que prometia maciez além da imaginação, me chamava como o canto de uma sereia, suas curvas sutis sugeridas sob o vestido protótipo evocando visões de desembrulhar uma obra-prima. O ar engrossava com possibilidade, pesado com os cheiros misturados do perfume dela — jasmim e baunilha — e a carga elétrica entre nós, seu meio-sorriso me desafiando a fazer a escolha que nos desfiaria aos dois, fio por fio tentador, até sobrar só conexão crua, sem filtro.

O camarim pulsava com energia, um labirinto de espelhos refletindo versões infinitas de perfeição, cada reflexo quicando luz num caleidoscópio tonto que fazia o espaço parecer vasto e claustrofobicamente íntimo. Roupas penduradas como troféus em araras rolantes, suas texturas luxuosas — veludo, chiffon, renda bordada — roçando no meu braço enquanto eu passava, enquanto o cheiro forte de spray de cabelo se misturava com o buquê exótico de perfumes, criando uma névoa pesada que grudava nas minhas roupas e pele. Modelos se arrumavam e posavam, competindo por atenção de fotógrafos e designers, suas risadas tilintando como cristal no meio dos chamados urgentes de "Cinco minutos!" e o clique de saltos no azulejo. Eu me movia por elas, prancheta na mão, minha voz cortando o papo enquanto eu dirigia o ensaio colaborativo, sentindo o peso da expectativa nos ombros, a emoção da criação correndo nas veias. "Arqueia mais as costas, Elena. Luca, me dá mais atitude." Mas meus olhos ficavam voltando pra Giorgia, atraídos inevitavelmente pra ela como mariposa pro fogo, minha mente repetindo pedaços dos nossos encontros passados — o jeito que ela dominava a passarela contra meus designs, sua confiança uma provocação silenciosa que me irritava e fascinava ao mesmo tempo. Ela ficava de lado, ajustando a alça de um vestido vermelho que abraçava suas curvas delicadas, suas ondas longas com franja de cortina caindo do jeito certo, emoldurando o rosto de um jeito que realçava a linha elegante da mandíbula e o rubor sutil subindo pelo pescoço. A gente já tinha se cruzado antes — desfiles rivais, competições sussurradas — mas aquela noite parecia carregada, como o ar antes da tempestade, pesado com possibilidades não ditas que faziam meu coração disparar sob a fachada composta.

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Ela pegou meu olhar no espelho, aqueles olhos azul-claros travando nos meus com uma intensidade que acelerou meu pulso, um choque que foi direto pro peito, me deixando sem fôlego por um momento no meio da loucura. Eu me aproximei, ignorando os olhares de canto das outras modelos, seus sussurros curiosos virando irrelevantes enquanto o mundo se resumia a ela. "Giorgia", eu disse, voz baixa, carregada da autoridade de quem sabe o que quer, embora por dentro eu lutasse com a onda de desejo que a proximidade dela acendia. "Você é a próxima. A série íntima. Sozinha." Os lábios dela se entreabriram um pouco, um lampejo de surpresa dando lugar àquela faísca determinada, a respiração dela travando de um jeito que me fez imaginar como soaria em momentos mais quietos. Ela assentiu, dando um passo pra mais perto, pele clara corando sob as luzes quentes, o calor irradiando dela como um convite. Nossa rivalidade sempre ferveu, mas ali, nesse canto privado no meio do caos, ela fervia, transbordando pra algo perigosamente potente.

Eu a levei pra área do camarim, um palco improvisado com um chaise lounge coberto de veludo preto, sua superfície fofa tentadora sob o brilho de lâmpadas suaves que jogavam tons dourados nos traços dela. "Essa pose", eu mandei, mão pairando perto da cintura dela sem tocar, a mera proximidade mandando um arrepio de contenção por mim, "precisa de vulnerabilidade. Inclina pra trás, deixa o tecido cair aberto." Ela obedeceu, corpo arqueando com graça, o vestido caindo em dobras sedutoras, mas era o jeito que ela segurava meus olhos — desafiando, convidando — que me fisgou, me puxando pra profundezas que eu não esperava. As outras modelos sumiram; éramos só nós, a tensão enrolando como uma mola, apertada e pronta pra estourar. Um roçar do braço dela no meu enquanto ajustava mandou um choque por mim, elétrico e insistente, testando minha resolução. Quase. Mas ainda não. O ensaio pedia paciência, e ela também, seu olhar ambicioso prometendo recompensas pra quem esperasse.

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A câmera clicava sem parar, um batimento mecânico sublinhando o ritmo crescente da nossa interação, mas minhas direções ficavam mais pessoais, puxando ela mais fundo na pose, cada comando com uma correnteza de desejo que eu não conseguia mais disfarçar totalmente. "Mais devagar, Giorgia. Me deixa ver a linha do teu pescoço." Ela inclinou a cabeça, expondo a coluna clara e vulnerável da garganta, o pulso ali batendo visivelmente, e eu me aproximei, minha respiração se misturando com a dela no espaço mínimo entre nós, quente e ofegante, carregando o leve tempero da pele dela. As alças do vestido escorregaram, fios delicados traindo a pegada, e com um sussurro "Perfeito", eu ajudei a cair, meus dedos demorando um segundo a mais nos ombros dela, revelando a extensão lisa dos ombros que brilhavam como mármore polido sob as luzes. Seios médios subiam com cada respiração, mamilos endurecendo contra o sutiã de renda fina por baixo, o tecido translúcido o suficiente pra sugerir os picos forçando contra ele, mandando uma onda de calor pro meu centro. Ela não se afastou; em vez disso, olhos azul-claros escurecendo com aquele fogo ambicioso, uma intensidade fumegante que espelhava a dor crescendo em mim.

Meus dedos roçaram a pele dela enquanto eu ajustava o tecido se acumulando na cintura, o calor do corpo dela irradiando pelo saia de seda como um forno, o calor dela infiltrando nas minhas palmas e acendendo faíscas que subiam pros braços. "Mantém assim", eu murmurei, voz mais rouca agora, grave de contenção, enquanto lutava contra a vontade de fechar a distância toda. Ela tremeu, não de frio — o quarto tava abafado, ar grosso e úmido de corpos e luzes — mas da eletricidade saltando entre nós, uma força tangível que fazia os pelinhos dos meus braços se arrepiarem. Eu tracei a curva da clavícula dela, supostamente pro clique, mas a gente sabia que era mais, meu toque deliberado, saboreando a maciez da pele clara dela, o tremor sutil por baixo. Os lábios dela se entreabriram, um suspiro suave escapando como rendição, e eu me inclinei, nossos rostos a centímetros, perto o suficiente pra sentir o flutter da respiração dela nos meus lábios, pra me afogar no cheiro de jasmim que a envolvia. A rivalidade derretia pra algo cru, seu corpo delicado cedendo o suficiente pra provocar, a linguagem corporal dela um pedido silencioso que ecoava minha própria turbulência interna.

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O sutiã se soltou com um estalo, caindo pra deixar ela de seios à mostra, seios perfeitos na plenitude média, mamilos pontudos como convites, rosados e pedindo atenção no meio do rubor se espalhando pelo peito. Ela arqueou pro meu toque, minhas palmas envolvendo eles, polegares circulando devagar, sentindo a maciez firme mas cedente, o batimento rápido do coração dela contra minha pele. Um gemido escapou dela, olhos azul-claros piscando meio fechados, cílios jogando sombras nas bochechas. "Alessandro", ela soprou, ondas agora bagunçadas, emoldurando o rosto corado em desordem selvagem que só aumentava o apelo dela. Os espelhos do camarim multiplicavam nosso reflexo, versões infinitas desse foreplay proibido, cada ângulo mais intoxicante que o outro, nos prendendo num salão de ecos voyeurísticos. Minha boca achou o pescoço dela, chupando devagar, provando sal e desejo misturados com o doce leve do perfume dela, dentes roçando o suficiente pra arrancar outro gemido suave. As mãos dela agarraram minha camisa, me puxando mais perto, dedos torcendo no tecido com necessidade desesperada, mas eu segurei, saboreando o build-up, o jeito que o corpo dela tremia de antecipação, cada tremor um testemunho do poder que a gente tinha um sobre o outro.

Eu não aguentava mais, a represa da contenção estourando sob o ataque da necessidade que vinha crescendo desde que nossos olhos se trancaram pela primeira vez. Com um rosnado baixo na garganta, primal e sem freio, eu a levantei pro chaise lounge, o veludo preto embalando o corpo delicado dela como um trono, o tecido frio contra a pele quente dela, contrastando deliciosamente com o fogo entre nós. Ela se deitou, pernas se abrindo instintivamente, saia de seda subindo pra revelar calcinha de renda encharcada de tesão, a mancha escura molhada um testemunho da excitação dela, o cheiro do musk dela enchendo o ar e me deixando louco. Minhas mãos vagaram pela pele clara dela, empurrando o tecido pro lado enquanto eu tirava a camisa, calças seguindo num monte frenético, o farfalhar da roupa batendo no chão pontuando nossas respirações pesadas. Olhos azul-claros dela queimando nos meus, fome ambiciosa igualando a minha, uma conexão feroz que falava volumes sem palavras, me puxando pro órbita dela completamente.

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Posicionado acima dela, eu entrei devagar, saboreando o calor apertado e molhado envolvendo meu pau veiudo, centímetro por centímetro exaustivo, as paredes internas dela me apertando como um vício de veludo, arrancando um chiado de prazer dos meus dentes cerrados. Ela arfou, pernas se abrindo mais, enrolando nos meus quadris enquanto eu metia fundo no ritmo missionário, o estiramento inicial dando lugar a um encaixe perfeito que fazia estrelas explodirem atrás das minhas pálpebras. O chaise rangia embaixo de nós, protestando a força da nossa união, espelhos capturando todos os ângulos — seios médios dela quicando a cada estocada, mamilos duros e pedindo, rosto dela uma máscara de êxtase torcido de prazer cru, lábios entreabertos em gritos mudos. Eu prendi os pulsos dela acima da cabeça, olhares travados, a rivalidade esquecida nessa reivindicação primal, minha dominância uma emoção que corria por mim enquanto ela cedia embaixo. As paredes dela apertaram, me puxando mais fundo, gemidos dela ecoando suave no meio do zumbido distante da passarela, cada som uma sinfonia alimentando meu ritmo.

Suor brilhava na pele clara dela, pingando como diamantes pela clavícula e escorrendo entre os seios, ondas longas grudando nas bochechas enquanto eu metia mais forte, o pau veiudo esticando ela perfeitamente, os sons molhados da nossa junção obscenos e intoxicantes. "Sim, Alessandro, assim", ela instigou, corpo delicado arqueando pra me encontrar, saltos cravando nas minhas costas com insistência afiada, me apressando enquanto unhas arranhavam leve pelos meus braços. A tensão enrolava nela, respirações ofegantes e desesperadas, olhos azul-claros vidrados com o clímax se aproximando, pupilas dilatadas de gozo. Eu sentia também, o build-up implacável, a umidade dela me cobrindo, facilitando cada estocada profunda em fricção pura. Ela gritou primeiro, corpo convulsionando, me ordenhando em ondas de gozo que ondulavam pelo corpo dela, paredes tremendo loucamente ao meu redor. Eu gozei atrás, jorrando fundo dentro com um rugido gutural, os pulsos quentes de porra enchendo ela enquanto o êxtase me tomava, caindo sobre ela enquanto a gente ofegava, corações trovejando juntos, pele escorregadia deslizando na calmaria. O camarim girava, nossa escolha selada em suor e rendição, o mundo reduzido ao eco pulsando do nosso clímax compartilhado e os tremores persistentes que nos ligavam pra sempre.

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A gente ficou embolado no chaise, respirações desacelerando de arfadas frenéticas pra suspiros profundos e satisfeitos, o barulho dos bastidores um zumbido distante que mal penetrava o casulo de intimidade que a gente tinha tecido. A cabeça dela descansava no meu peito, ondas castanho-claras fazendo cócegas na minha pele com os fios sedosos, tez clara ainda corada de rosa, um florescimento suave que falava da paixão que a gente tinha soltado. Eu tracei círculos preguiçosos nas costas nuas dela, dedos deslizando pelas planos lisos e curvas sutis da espinha, seios médios pressionados macios contra mim, mamilos relaxados agora no pós-gozo, quentes e cedentes na paz pós-clímax. "Isso foi... inesperado", ela murmurou, olhos azul-claros erguendo pros meus com um brilho vulnerável por baixo da determinação, uma maciez rara rachando a fachada ambiciosa que fez meu coração apertar do nada.

Eu ri, o som roncando fundo no peito, beijando a testa dela onde um brilho leve de suor persistia, provando o sal do esforço dela. "Rivais fazem os melhores aliados, Giorgia", eu respondi, voz rouca de cansaço, puxando ela mais perto como pra gravar o momento nas peles. Ela sorriu, traçando minha mandíbula com um toque delicado que mandou aftershocks por mim, a ambição dela amolecendo pra algo terno, genuíno, como sol rompendo nuvens de tempestade. A gente conversou então — sobre as pressões da semana, os ajustes intermináveis e críticas que desgastavam a alma, a escalada feroz dela nesse mundo cortante onde cada pose era uma batalha ganha, minhas próprias batalhas com os gigantes da indústria que descartavam visões ousadas como a minha. Risada borbulhou, leve e real, enquanto ela contava um perrengue de ensaio com falha no figurino e um salto fugitivo que nos fez rir, a risadinha melódica dela vibrando contra minhas costelas, dissolvendo os últimos restos de tensão. A mão delicada dela escorregou mais baixo, provocando pelo abdômen com intenção leve como pena, mas eu peguei, puxando ela mais perto, dedos se entrelaçando num gesto possessivo e carinhoso. "Ainda não", eu sussurrei, embora o desejo reacesse, uma brasa lenta inflamando nas veias com a proximidade dela. Ela fez biquinho brincalhão, lábios cheios curvando em decepção fingida, depois se aninhou, corpo se moldando perfeitamente ao meu, o momento uma pausa rara na nossa tempestade, um fôlego de serenidade no caos. Os espelhos nos refletiam, pacíficos no meio da bagunça, laços se forjando além do físico, tecendo rivalidade em aliança, ambição em algo mais profundo, mais duradouro.

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A brincadeira dela reacendeu o fogo, uma faísca que virou incêndio rápido enquanto os dedos dela dançavam com intenção renovada. Com um brilho malicioso naqueles olhos azul-claros, ela escorregou pelo meu corpo, ondas caindo pelos ombros como uma cachoeira castanha, roçando minha pele com maciez provocante. Ajoelhada entre minhas pernas no chaise, mãos claras envolvendo meu pau endurecendo, masturbando com lentidão deliberada, cada passada das palmas mandando pulsos de prazer pra fora, toque dela experto e confiante.

"Minha vez de dirigir", ela provocou, voz sensual e mandona, dedos delicados provocando o pau veiudo de volta pra atenção total, traçando cada relevo com reverência que me fazia pulsar sob o olhar dela. Ela se inclinou, lábios se abrindo pra me engolir na boca quente, língua rodando na cabeça em perfeição POV, o calor molhado me envolvendo todo, veludo e fogo juntos. Eu gemi, o som rasgado de dentro, enfiando dedos na franja de cortina dela, guiando suave enquanto ela chupava mais fundo, bochechas afundando com fervor alimentado de ambição, determinação palpável em cada movimento. Seios médios balançando no ritmo, mamilos roçando minhas coxas em toques tentadores, ondas longas quicando enquanto ela me trabalhava com maestria, a visão sozinha quase me desfazendo. A sensação era exquisita — calor molhado, sucção puxando gemidos de dentro, saliva dela lubrificando cada centímetro enquanto explorava com precisão faminta.

Ela ronronou, vibrações mandando prazer direto por mim como raio, olhos azul-claros travando nos meus, segurando o olhar que dizia que ela mandava nesse momento, poder dela intoxicante enquanto controlava meu desmanche. Mais rápido agora, cabeça se movendo a sério, saliva brilhando nos lábios e queixo, me engolindo até o talo com uma engasgada que ela forçou pra passar, garganta se contraindo ao meu redor. Meus quadris buckaram sem querer, mãos dela envolvendo a base, apertando ritmicamente pra aumentar a tortura. O build-up era impiedoso, natureza determinada dela despejando em cada lambida, cada engolida, língua chicoteando sem parar nos pontos sensíveis. "Giorgia", eu raspei, perto, tão perto, voz quebrando no nome dela enquanto tensão enrolava insuportavelmente apertada. Ela não aliviou, chupando mais forte, olhos ferozes de triunfo, bochechas afundadas e língua rodando me empurrando pro abismo. O gozo me atropelou, pulsando na boca dela em jatos quentes enquanto ela engolia tudo, gemendo satisfeita que vibrava por mim, prolongando o êxtase. Ela se afastou devagar, lábios inchados e brilhantes, um fio de saliva nos ligando como fio prateado, depois rastejou pra cima pra me beijar, compartilhando o gosto, almiscarado e íntimo, línguas se embolando em exploração preguiçosa. A gente desabou de novo, exaustos, corpo dela encolhido contra o meu, o pico persistindo em respirações compartilhadas e sorrisos saciados, membros pesados de satisfação, ar grosso com o cheiro da nossa segunda união.

A realidade voltou devagar enquanto a gente se vestia, espelhos do camarim mostrando restos bagunçados da nossa paixão — fios soltos, marcas vermelhas leves na pele clara, o desalinho sutil que pente nenhum apagava de todo. Giorgia vestiu uma blusa branca fresca e calça sob medida, o tecido crocante abraçando a forma dela de novo, ondas longas alisadas com dedos rápidos, pele clara brilhando com radiância pós-tesão que dava um ar etéreo pra ela, como se tivesse sido beijada pelos deuses do desejo. Ela parecia toda a modelo ambiciosa, posada e profissional, mas agora com um segredo compartilhado no olhar azul-claro, uma faísca cúmplice que passava entre nós como código privado. "Essa seleção de pose", eu disse, abotoando a camisa, dedos se firmando enquanto encarava os olhos dela, a memória do corpo dela ainda viva na minha pele, "foi só o começo", as palavras carregando o peso de futuros não ditos.

Ela arqueou a sobrancelha, faísca determinada voltando, lábios se curvando naquele meio-sorriso desafiador que me pegou primeiro. "Quer dizer?", ela perguntou, voz com curiosidade e um toque de falta de ar, calçando os saltos com graça econômica. Eu me aproximei, voz caindo num murmúrio íntimo que cortava o clamor dos bastidores voltando. "Revisão particular depois do horário. Meu ateliê. Meia-noite. Vem se quiser mais... direção." A respiração dela travou, uma inalada suave traindo a intriga, lábios curvando em desafio enquanto sustentava meu olhar, ar entre nós crepitando de novo. O convite pairava críptico, carregado de promessa, deixando ela — e eu — com tesão pelo que viria, minha mente já correndo com visões de estúdios sombreados e explorações continuadas. Enquanto ela saía rebolando, quadris balançando com alure deliberada, a loucura dos bastidores a engoliu, modelos e staff rodopiando como vórtice, mas eu sabia que ela voltaria, a atração entre nós forte demais pra ignorar. Nossa rivalidade tinha evoluído pra obsessão, as sombras da Milan Fashion Week escondendo profundezas ainda inexploradas, uma tela esperando nossos próximos traços ousados.

Perguntas frequentes

O que acontece nos bastidores da história?

Alessandro escolhe Giorgia para poses íntimas que viram sexo missionário e boquete, selando rivalidade em gozo intenso.

É conteúdo explícito?

Sim, descreve penetração, mamilos duros, porra na boca e tremores de prazer sem censura, bem real e direto.

Tem continuação após o convite?

A história termina com convite pro ateliê à meia-noite, prometendo mais direção safada e explorações. ]

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Traços Escolhidos: A Devoção Rival de Giorgia

Giorgia Mancini

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