A Dança Venenosa da Rival de Emily

Nas sombras do speakeasy, uma dança de rivalidade acende uma vingança escaldante.

E

Emily: Das Sombras Safadas do Burlesque ao Fogo da Alma

EPISÓDIO 5

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A Dança Venenosa da Rival de Emily
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O grave pulsava pelo speakeasy subterrâneo como um coração, e lá estava ela—Emily, rabo de cavalo vermelho balançando como uma chama, olhos verdes travando nos meus no meio do desafio venenoso da rival. O corpo dela se mexia com uma graça provocante, quadris rebolando em convite, me puxando pra uma dança que prometia nos consumir pros dois na fogueira da vingança.

O ar no speakeasy subterrâneo tava pesado de fumaça e segredos, o tipo de lugar onde negócios eram sussurrados e desejos acendiam debaixo das luzes âmbar piscando. Eu tava no balcão tomando um uísque quando Lila Voss, minha ex com sorriso de serpente, se inclinou bem perto, o bafo quente no meu ouvido. 'Olha isso, Jared', ela ronronou, acenando pro chão de dança nas sombras. 'A Emily Thompson acha que pode roubar meu holofote. Hora de mostrar pra ela.'

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Lá tava Emily, entrando no brilho fraco como se a noite fosse dela. O rabo de cavalo vermelho balançava a cada passo confiante, na altura das costas e pegando a luz como cobre polido. Aqueles olhos verdes varreram o salão, brincalhões mas afiados, caindo em Lila com um sorrisinho provocante. Ela usava um vestido coquetel preto justo que abraçava o corpo alto e curvilíneo dela, o tecido brilhando enquanto se mexia. A 'colaboração' que Lila tinha atraído ela pra cá—uma suposta apresentação conjunta—virou rapidinho algo venenoso. A música pulsava, baixa e safada, e as duas mulheres se circundavam, quadris rebolando num desafio que misturava dança com duelo.

Eu não conseguia tirar os olhos. Os movimentos da Emily eram pura sedução, o corpo ondulando com uma graça que zoava o estilo mais afiado e agressivo da Lila. Lila se jogou mais perto, os corpos se roçando em falsa parceria, mas Emily riu—um som leve e provocante que cortou o grave. 'É só isso que você tem?' ela provocou, a pele clara de porcelana brilhando debaixo das luzes. Meu pulso acelerou. A Lila tinha me largado meses atrás por algum produtor, me deixando queimado, e agora lá tava Emily, a rival que ela obcecava, me puxando sem dizer uma palavra. Enquanto a dança esquentava, o olhar da Emily piscou pra mim, um convite cheio de malícia. Ela nem imaginava que eu tava pronto pra transformar essa rivalidade em algo bem mais pessoal.

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O chão de dança virou campo de batalha delas, corpos brilhando de suor debaixo das luzes pulsantes. As mãos da Lila passeavam livres demais, mas Emily se desvencilhou com uma risada, olhos verdes faiscando desafio. Aí, como se sentisse minha fome do outro lado do salão, Emily largou o embate e veio rebolando pra mim, o rabo de cavalo quicando na costas nuas dela—as alças do vestido tinham escorregado na loucura, deixando os ombros à mostra. 'Jared Knox', ela soprou, perto o suficiente pra eu cheirar o perfume dela, jasmim misturado com adrenalina. 'O ex traído da Lila. Quer fazer ela assistir?'

As palavras dela acertaram como faísca em graveto seco. Eu puxei ela pra uma cabine nas sombras, as almofadas de veludo nos engolindo enquanto a música latejava. Os dedos da Emily abriram o zíper do vestido devagar de propósito, descascando o tecido pelo tronco. Ele ficou enroscado na cintura, revelando a porcelana clara dos peitos cheios dela, mamilos endurecendo no ar fresco, perfeitamente moldados e pedindo toque. Ela arqueou as costas, rabo de cavalo caindo num ombro, o corpo alto pressionando contra mim. Minhas mãos acharam a cintura dela, fina e quente, subindo pra abarcar aqueles montes macios, polegares rodando os picos até ela arfar, olhos verdes semicerrados com promessa provocante.

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Ela se esfregou na minha coxa, o atrito criando calor entre a gente, a respiração dela falhando enquanto eu provocava a pele sensível. 'Mostra pra ela o que ela tá perdendo', Emily sussurrou, olhando de volta pro olhar furioso da Lila no chão. A vulnerabilidade debaixo da brincadeira dela mexeu fundo em mim—vingança, sim, mas também uma necessidade crua de possuir essa mulher fogosa. Os peitos dela subiam e desciam a cada rebolada dos quadris, mamilos duros nas minhas palmas, e eu me inclinei, pegando um na boca, chupando devagar enquanto ela gemia baixo, dedos enroscando no meu cabelo. O speakeasy sumiu; era só o corpo dela, vivo e exigente, me puxando mais fundo na dança venenosa.

A provocação da Emily me deixou pegando fogo, o corpo dela sem blusa se contorcendo no meu colo até eu não aguentar mais. Eu mudei ela pro sofá de veludo fundo na nossa cabine privativa, o barulho do speakeasy virando um rugido distante. Ela se deitou, pernas se abrindo em convite, olhos verdes travados nos meus com aquela faísca brincalhona agora afiada de fome. Os restos do vestido e a calcinha de renda foram puxados pro lado, e eu me posicionei entre as coxas dela, minha rigidez pressionando o calor molhado dela. 'Me come, Jared', ela pediu, voz rouca, rabo de cavalo espalhado no estofado como vinho derramado.

Eu meti devagar no começo, saboreando o aperto apertado e acolhedor do corpo dela, a pele clara de porcelana corando rosa no meu toque. Ela arfou, unhas cravando nos meus ombros, peitos cheios quicando a cada estocada medida. O ritmo cresceu, quadris dela subindo pra me encontrar, nossos corpos sincronizando num compasso primal que abafava tudo mais. As paredes internas dela apertavam em volta de mim, quentes e macias como veludo, me puxando mais fundo enquanto eu ajustava pra acertar aquele ponto que fazia os olhos dela se fecharem tremendo. 'Meu Deus, sim', ela gemeu, a fachada provocante rachando em prazer cru, olhos verdes se abrindo de novo pra segurar os meus com intensidade feroz.

A Dança Venenosa da Rival de Emily
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Suor untava nossa pele, as sombras da cabine dançando sobre a gente enquanto eu acelerava, metendo mais forte, pernas dela se enroscando na minha cintura pra me puxar pra dentro. As respirações da Emily vinham em golfadas curtas, o corpo curvilíneo arqueando debaixo de mim, peitos arfando, mamilos ainda duros de antes. A vingança nos alimentava—a traição da Lila através de mim, a rivalidade da Emily canalizada nessa união furiosa. Ela gritou, corpo tensionando, gozo ondulando por ela em ondas que me sugavam sem parar. Eu gozei logo depois, enterrando fundo enquanto o alívio me derrubava, nossos gemidos misturados se perdendo no pulso do clube. Desabando do lado dela, eu senti ela tremer, não só de êxtase, mas algo mais fundo mexendo por baixo.

A gente ficou embolado no abraço de veludo da cabine, respirações desacelerando enquanto os tremores pós-gozo sumiam. A cabeça da Emily descansava no meu peito, rabo de cavalo vermelho fazendo cócegas na minha pele, aqueles olhos verdes moles agora, traçando padrões no meu braço. Os peitos dela pressionavam quentes contra mim, mamilos ainda sensíveis, subindo e descendo a cada suspiro satisfeito. A calcinha de renda tava de lado, mas ela não fez menção de arrumar, o corpo alto encolhido possessivamente perto.

'Aquilo foi... mais que vingança', ela murmurou, voz cheia de vulnerabilidade inesperada, dedos entrelaçando nos meus. Eu acariciei as costas claras de porcelana dela, sentindo o tremor sutil. 'A Lila tá sempre tentando me superar, mas hoje? Eu quis sentir algo real.' Humor piscou no sorriso dela, provocante como sempre, mas o aperto apertou, revelando a rachadura na armadura. A gente conversou em sussurros—sobre as manipulações da Lila, os jogos cortantes da indústria, como essa 'colaboração' era só mais uma armadilha. Emily riu baixinho quando eu confessei como a dança dela me fisgou, o corpo dela se mexendo pra cavalgar na minha cintura de novo, peitos roçando meu peito provocantes.

A Dança Venenosa da Rival de Emily
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Mas debaixo da ternura, tensão fervia. Os olhos dela voaram pro chão de dança onde a Lila ferveu de raiva, e a brincadeira da Emily endureceu. 'Ela é veneno', ela disse, se inclinando pra morder meu lábio, o tronco nu brilhando na luz baixa. O momento se esticou, íntimo e carregado, o corpo curvilíneo dela uma promessa de mais. Eu abarquei os peitos dela de novo, polegares roçando os picos duros, arrancando um gemido que vibrou pelos dois. Ela rebolou devagar, criando expectativa, a vulnerabilidade dela se misturando com desejo como fumaça no ar.

As palavras da Emily pairaram entre a gente, reacendendo o fogo. Com um brilho safado nos olhos verdes, ela escorregou de mim, virando de quatro no estofado largo da cabine, rabo de cavalo balançando pra frente como desafio. A bunda clara de porcelana arqueou em convite, calcinha de renda jogada fora agora, as dobras molhadas brilhando. 'De quatro, Jared', ela exigiu, voz grossa de tesão, olhando por cima do ombro. 'Faz doer gostoso—pra ela.'

Eu me ajoelhei atrás do corpo alto e curvilíneo dela, agarrando a cintura fina enquanto alinhei e mergulhei fundo. O ângulo me levou pro fundo dela, o corpo cedendo com um grito que ecoou meu próprio gemido. Ela empurrou pra trás, encontrando cada estocada, peitos cheios balançando pendentes embaixo, rabo de cavalo chicoteando com a força. O tapa de pele na pele se misturou com o grave do clube, o calor interno dela apertando ritmado, me puxando pra uma loucura. Eu passei a mão por cima, dedos achando o clitóris inchado dela, rodando enquanto metia mais forte, gemidos dela virando desesperados.

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Suor escorria pelas costas dela, pele de porcelana marcada com minhas digitais, olhos verdes selvagens quando ela se virou pra me olhar. 'Mais forte', ela arfou, corpo tremendo, a provocação brincalhona estilhaçada em abandono puro. Vingança pulsava por nós—a sombra da Lila alimentando a intensidade crua—enquanto o gozo da Emily crescia, paredes tremendo loucamente em volta de mim. Ela explodiu primeiro, gritando meu nome, corpo convulsionando em ondas que me arrastaram pro abismo. Eu esvaziei nela com um rugido, desabando nas costas dela, respirações ofegantes. Naquele momento, gasto e saciado, eu senti ela tremer não de prazer, mas um desmoronamento mais fundo.

Emily desabou contra mim, corpo exausto, mas enquanto ela agarrava meu braço, algo quebrou. Lágrimas encheram aqueles olhos verdes, rabo de cavalo vermelho bagunçado, bochechas claras de porcelana riscadas. Ela puxou o vestido pra cima de qualquer jeito, se cobrindo, mas a vulnerabilidade transbordou. 'Tudo é jogo', ela sussurrou, voz rachando. 'A Lila, a rivalidade, até isso... Eu achei que vingança ia preencher o vazio, mas só dói mais.' O corpo alto dela tremia, espírito brincalhão se quebrando enquanto confessava medos de ser usada, jogada fora como tantos nesse mundo.

Eu segurei ela perto, acariciando as costas, a névoa do speakeasy fechando em volta. 'Você é mais que isso', eu murmurei, mas ela só se agarrou mais forte, soluçando baixinho. A porta da nossa cabine explodiu aberta então—Alex, o amante eventual dela das sombras do teatro, olhos arregalados de choque. Ele absorveu a cena: rosto da Emily riscado de lágrimas, meu braço em volta dela, ar grosso com nosso cheiro. 'Emily?', ele raspou, fúria e dor torcendo as feições dele.

Ela olhou pra cima, confissão crua jorrando. 'Alex, eu... Tô com medo. Medo de perder o controle, de nunca ser o suficiente.' As palavras pairaram, um precipício, enquanto o olhar dele furava a gente, a noite se estilhaçando em território desconhecido.

Perguntas frequentes

O que acontece na dança venenosa de Emily e Lila?

Elas se provocam com reboladas e toques no speakeasy, virando um duelo safado que atrai Jared pro sexo de vingança.

Quais cenas de sexo rolam na história?

Emily fica sem blusa pros peitos, fode de frente e de quatro no booth, com chupadas nos mamilos e gozos múltiplos bem explícitos.

A história tem final feliz ou drama?

Termina com vulnerabilidade emocional de Emily, lágrimas e a chegada de Alex, deixando tudo em aberto e intenso.

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Emily: Das Sombras Safadas do Burlesque ao Fogo da Alma

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