A Brasa Eterna de Carolina

Ares lunares onde chamas fraturadas se reconciliam em gozo extático

A

As Chamas Ocultas de Carolina se Incendeiam

EPISÓDIO 6

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A lua pendia baixa sobre a praia mexicana isolada, lançando um brilho prateado pelas ondas que lambiam devagar a areia. Carolina Jiménez ficava na beira da maré, seu cabelo loiro liso e comprido balançando na brisa quente da noite, pegando a luz como fios de ouro. Aos 19 anos, seu corpo magro de 1,68m se silhuetava contra o oceano infinito, sua pele morena clara brilhando de leve. O pingente no pescoço dela, uma relíquia antiga que dizia guardar a brasa eterna da paixão da família, pulsava com um brilho suave e sobrenatural sob sua saída de praia branca transparente. Ele a guiou de volta pra cá, pro mesmo lugar onde tudo começou meses atrás sob uma lua parecida. Marcus Hale, o surfista americano durão com cabelo desbotado pelo sol e queixo esculpido, sentava perto de uma fogueira crepitando, os olhos distantes enquanto cutucava as chamas. Ao lado dele, Elena Vargas, a gata espanhola fogosa com cachos pretos caindo e corpo atlético, se encostava nele, a mão traçando círculos preguiçosos na coxa dele. Eles eram amantes desde aquela noite fatídica, mas sussurros de arrependimento pairavam no ar. Aí tinha Rafael Jiménez, o primo mais velho de Carolina, seu corpo musculoso tenso enquanto olhava pro mar, o laço familiar torcido por segredos compartilhados daquela mesma noite. Os olhos castanhos escuros de Carolina, emoldurados pelo rosto oval, fixavam neles com uma tranquilidade serena que escondia a tempestade lá dentro. Ela veio confrontar eles, desvendar a teia embolada de desejo, traição e amor não dito que pegou todos eles. O pingente esquentava contra o peito dela, empurrando ela pra frente. Seus seios médios subiam e desciam com respirações firmes, a cintura fina destacada pelo tecido colado. O ar tava grosso de sal e expectativa, o barulho distante das ondas como um coração ritmado. Quando...

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As Chamas Ocultas de Carolina se Incendeiam

Carolina Jiménez

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