A Algema de Meia-Noite de Delfina de Desafio Fervente

Algemas encharcadas pela chuva prendem mais que pulsos no pulsar sombrio de Buenos Aires

A

As Chamas Algemadas do Êxtase Implacável de Delfina

EPISÓDIO 1

Outras histórias desta série

A Algema de Meia-Noite de Delfina de Desafio Fervente
1

A Algema de Meia-Noite de Delfina de Desafio Fervente

Chama do Interrogatório de Delfina: Vontades Dobradas
2

Chama do Interrogatório de Delfina: Vontades Dobradas

Vapor Escaldante de Delfina no Vestiário de Rendição Parceira
3

Vapor Escaldante de Delfina no Vestiário de Rendição Parceira

O Pulso Infiltrado de Delfina no Club Carnage
4

O Pulso Infiltrado de Delfina no Club Carnage

O Escritório de Comando de Delfina das Lealdades Fraturadas
5

O Escritório de Comando de Delfina das Lealdades Fraturadas

Clímax Vingativo de Delfina das Correntes Estilhaçadas
6

Clímax Vingativo de Delfina das Correntes Estilhaçadas

A Algema de Meia-Noite de Delfina de Desafio Fervente
A Algema de Meia-Noite de Delfina de Desafio Fervente

A chuva caía forte em Buenos Aires como a fúria de algum deus esquecido, transformando as ruas estreitas de La Boca em rios escorregadios de neon e sombra. Eu, Javier Ruiz, tinha acabado de cagar uma das roubadas mais fáceis que já planejei — um arrombamento rápido na bodega da esquina, grana na mão, sumir em trinta segundos. Mas nessa noite, o destino tinha outras ideias. Minhas botas escorregaram nas pedras, e lá estava ela: Oficial Delfina García, surgindo da tempestade como uma pantera de uniforme. Vinte e dois anos, fogo argentino encarnado, com ondas pretas bagunçadas coladas na pele morena, olhos castanho chocolate perfurando a chuva. Magra, 1,68m, peitos médios esticando a camisa de polícia encharcada, rosto oval com determinação feroz. Ela me derrubou com força, o corpo dela batendo no meu, todo músculo magro e calor implacável. Eu caí no chão, sem ar, mas me virei o suficiente pra travar os olhos nos dela. Desafio queimava no meu olhar — sem medo, só provocação crua. Ela prendeu meus pulsos, as algemas estalando frias e definitivas, o fôlego dela quente no meu pescoço apesar do frio. "Acabou pra você, ladrão", ela rosnou, a voz rouca e sensual com sotaque de Buenos Aires. Mas nesse encarar, algo mudou. Os lábios dela se entreabriram um pouco, aqueles olhos piscando com mais que vitória — fome, talvez. A chuva colava o uniforme no corpo magro dela, marcando cada curva, as ondas pretas longas e bagunçadas pingando como seda de meia-noite. Enquanto ela me arrastava pra cima, me puxando pro carro de patrulha, o pulsar da cidade latejava ao redor — música de tango distante abafada pela tempestade, postes de luz haloando a silhueta feroz dela. Eu sentia o cheiro dela: suor misturado com chuva, sabonete de jasmim leve, o azedo elétrico da...

A Algema de Meia-Noite de Delfina de Desafio Fervente
A Algema de Meia-Noite de Delfina de Desafio Fervente

Desbloquear conteúdo premium

Para ler a história completa, você terá acesso a todas as histórias, vídeos e fotos deste modelo.

O conteúdo pode estar truncado. Versão completa disponível com assinatura.

Visualizações58K
Curtidas67K
Compartilhar82K
As Chamas Algemadas do Êxtase Implacável de Delfina

Delfina García

Modelo

Outras histórias desta série