Tentação Madeireira de Sophia Reacendida
Desculpas encharcadas de chuva acendem um fogo que nenhum dos dois consegue apagar.
Os Tesões Ensolarados de Sophia Pegam Fogo de Novo
EPISÓDIO 4
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A chuva caía forte pra caralho, como se tivesse raiva, transformando o estacionamento do mercado num caos brilhante. Mas lá estava ela—Sophia, as ondas roxas pastéis coladas na pele clara, olhos azuis travando nos meus com aquela mistura de mágoa e tesão. Eu tinha ferrado tudo da última vez, largando a melhor coisa que senti em anos. Agora, com meu suporte de madeira customizado debaixo do braço, eu sabia que um olhar, um toque, e a gente ia se perder de novo. A tempestade lá fora não era nada comparada à que fervia entre nós.
Eu passei a semana inteira entalhando aquele suporte de madeira como se fosse minha salvação—um suporte elegante em forma de trepadeiras retorcidas, perfeito pra coleção de crachás de enfermeira dela ou sei lá que tesouros ela guardava. Sophia tinha falado disso de passagem da última vez, naquela noite de mercado de joalheiro de prata, antes de eu deixar meu orgulho idiota empurrá-la pra longe. Agora, com trovões rugindo no mercado de fim de semana, eu a vi serpenteando pelas barracas, o corpinho miúdo engolido por um vestidinho solto que grudava o suficiente na névoa que se formava pra me lembrar das curvas que eu mal tinha explorado.


Ela me viu antes de eu poder chamar, aqueles olhos azuis se arregalando debaixo da aba do capuz. A chuva começou a cair então, pingos grossos que fizeram a galera dispersar. 'Marcus?' A voz dela cortou o barulho, doce e hesitante, com aquele sotaquezinho brincalhão que sempre dava um nó no fundo da minha barriga.
Eu levantei o suporte, a água já formando gotas no carvalho polido. 'Sophia. Eu fui um babaca. Isso é pra você—sem pegadinhas, só... desculpa.' Ela se aproximou, os dedos roçando a madeira, e o toque simples mandou um choque por mim. A pele clara dela corou rosa contra o céu cinza, os lábios se abrindo de surpresa. A gente se enfiou debaixo da tampa da caçamba da minha picape quando a chuva desabou pra valer, ombros se tocando, o ar grosso de palavras não ditas. 'Você fez isso? Pra mim?' Ela traçou as trepadeiras, um brilho inocente nos olhos, mas eu vi a faísca—a que dizia que o perdão podia vir com um preço que eu tava mais que disposto a pagar.


A chuva transformou o mundo num borrão aquoso além do para-brisa da picape, lençóis dela batendo na cabine como aplausos pra nossa reunião. A gente se amontoou no banco da frente, o suporte de madeira seguro no banco de trás, e agora Sophia tava perto—muito perto—o vestidinho subindo pelas coxas dela no corre-corre. 'Você não precisava fazer isso', ela murmurou, mas os dedos dela demoraram no meu braço, traçando as veias ali com um toque leve como pena que fez meu pulso bater forte.
Eu me virei pra ela, água pingando do meu cabelo, e segurei o rosto dela. Os olhos azuis dela prenderam os meus, inocentes mas ousados, lábios macios e entreabertos. Nosso beijo começou devagar, um pedido de desculpas em cada roçar, mas o tesão tomou conta rápido. Ela derreteu em mim, mãozinhas agarrando minha camisa, me puxando mais perto até os seios dela pressionarem no meu peito através do tecido úmido. Eu tirei o jaquetão dos ombros dela, depois puxei as alças do vestidinho pra baixo, deixando a pele clara dela exposta na luz fraca da cabine. Os seios 32B dela eram punhados perfeitos, mamilos endurecendo sob meu olhar, rosados e implorando.


Sophia arfou quando meus polegares circundaram eles, arqueando as costas com um gemidinho que embaçou mais as janelas. 'Marcus...' Brincalhona agora, ela mordeu meu lábio inferior, as ondas roxas pastéis fazendo cócegas na minha bochecha enquanto se inclinava. A tempestade rugia, mas dentro, éramos só nós—a pele dela tão macia, tão quente contra o frio, cada tremor dizendo que ela queria mais. Eu desci beijos pelo pescoço dela, saboreando o sal da chuva e dela, sentindo o corpo dela responder com um tremor que prometia que ela ia me encontrar a cada passo.
A calcinha dela sussurrou coxa abaixo, chutada pro tapete do chão, e aí ela tava nua embaixo de mim, pernas se abrindo largas no banco da picape enquanto eu baixava a calça jeans o suficiente. A chuva batia um ritmo frenético em cima, combinando com a batida nas minhas veias. Os olhos azuis de Sophia travaram nos meus, arregalados com aquela mistura doce de nervos e necessidade, o corpinho miúdo e magrinho arqueando pra cima pra me encontrar. Eu me posicionei entre as coxas dela, a ponta de mim roçando o calor molhado dela, e ela mordeu o lábio, sussurrando, 'Por favor, Marcus... eu te quero.'


Eu empurrei devagar, saboreando cada centímetro enquanto o calor dela me envolvia—apertada, molhada, me puxando mais fundo como se nunca quisesse soltar. Ela arfou, unhas cravando nos meus ombros, pele clara corando mais enquanto eu a enchia completamente. A cabine balançava com a gente, janelas embaçadas, as ondas roxas pastéis dela espalhadas no banco como um halo selvagem. Eu meti firme no começo, criando o ritmo, vendo o rosto dela se contorcer de prazer—lábios abertos, respirações saindo em gritinhos suaves que abafavam a tempestade.
Os quadris dela subiram pra me acompanhar, a inocência brincalhona dando lugar a um tesão ousado, seios pequenos balançando a cada estocada. 'Mais forte', ela soprou, e caralho, essa palavra me desmontou. Eu dei pra ela, mais fundo, mais rápido, o tapa de pele ecoando enquanto as paredes dela apertavam em volta de mim. A tensão se enrolou nela, corpo tremendo, até ela explodir—gritando meu nome, olhos azuis se fechando enquanto as ondas a levavam. Eu gozei segundos depois, enterrando fundo com um gemido, o alívio batendo como raio na noite chuvosa. A gente se agarrou ali, ofegante, os dedos dela acariciando minhas costas com ternura, o mundo lá fora esquecido.


A gente ficou embolado no pós-gozo, a chuva virando um tamborilar constante no teto. Sophia se aninhou no meu peito, o corpinho sem blusa ainda corado, mamilos moles agora mas traçando padrões preguiçosos na minha pele a cada respiração. Ela riu baixinho, aquela faísca brincalhona voltando enquanto cutucava minhas costelas. 'Você acha que alguém viu a gente correndo pra picape?' Os olhos azuis dela dançavam de malícia, dedos enrolando uma mecha do cabelo roxo pastel úmido dela.
Eu ri, puxando ela mais pra perto, minha mão escorregando pela cintura fina dela pra pousar na curva do quadril, polegar roçando a beira da calcinha jogada ali perto. 'Se viram, tavam morrendo de inveja pra caralho.' A vulnerabilidade entrou então; ela traçou meu queixo, voz ficando séria. 'Da última vez... você fugiu. Por quê?' Eu suspirei, admitindo o medo—o mundo dela de turnos no hospital e estabilidade batendo de frente com minha vida bruta de madeira. Mas aqui, nessa cabine abafada, parecia certo. Ela me beijou devagar, terno, seios pressionando quentes contra mim. 'Chega de fugir', ela murmurou, se mexendo pra cavalgar no meu colo de leve, a pele clara dela brilhando na luz do painel. A ternura construiu expectativa de novo, o corpo dela me provocando de volta à vida, prometendo que a noite não tinha acabado.


Encorajada, Sophia me empurrou contra o banco, o corpinho miúdo subindo em cima de mim com um sorriso safado que desmentia o núcleo inocente dela. 'Minha vez', ela sussurrou, me guiando pra entrada dela, afundando devagar e de propósito. A sensação era elétrica—a apertada dela me agarrando de novo, calor molhado engolindo cada centímetro enquanto ela se acomodava toda, olhos azuis piscando meio fechados de êxtase. A chuva acelerou de novo, batendo incentivo enquanto ela começava a cavalgar, quadris rebolando num ritmo que roubava meu fôlego.
Os seios pequenos dela balançavam com o movimento, pele clara brilhando, ondas roxas pastéis quicando loucamente. Eu agarrei a cintura dela, fina e perfeita nas minhas mãos, metendo pra cima pra encontrar a descida dela. Ela gemeu, cabeça jogada pra trás, gritinhos brincalhões virando crus—'Sim, assim, Marcus!' A picape rangia debaixo de nós, janelas embaçadas selando nosso mundo, as paredes dela tremendo enquanto o prazer crescia. Ela se inclinou pra frente, unhas arranhando meu peito, lábios batendo nos meus num beijo bagunçado que tinha gosto de chuva e gozo.
Mais rápido agora, o ritmo dela frenético, corpo tremendo na beira. Eu senti ela apertar, explodir em volta de mim com um uivo agudo, puxando meu próprio clímax explodindo—fundo, pulsando, sem fim. Ela desabou em cima de mim, nós dois suados e acabados, a risada dela borbulhando suave no meu pescoço. 'Tentação madeireira mesmo', ela provocou, mas nos olhos dela eu vi: a gente tinha reacendido algo inquebrável.
A tempestade passou enquanto a gente se vestia, Sophia escorregando de volta pro vestidinho com um sorriso tímido, jaqueta jeans fechada sobre as provas da nossa putaria. Eu dirigi ela pros dormitórios do hospital, a mão dela quentinha na minha sobre a alavanca. 'Aquele suporte... vai pro minha prateleira. Lembrete disso.' Ela apertou, brincalhona de novo, mas preocupação piscou nos olhos azuis dela.
Aí o celular dela vibrou—uma mensagem de uma colega: 'Te vi com aquele cara da madeira no estacionamento. Cuidado, Soph—fofoquinha tá rolando na troca de turno.' O rosto dela empalideceu, pele clara perdendo cor enquanto encarava a tela. 'Ai não... elas acham que eu sou imprudente. Enfermeiras fofocam, Marcus. Minha reputação...' Eu parei o carro, coração afundando. Ela me olhou, vulnerável, o fogo do fim de semana agora sombreado pelas nuvens da vida real. O que começou como tentação podia custar tudo pra ela.
Perguntas frequentes
O que acontece na trepada de Sophia e Marcus?
Eles transam intensamente na picape durante a chuva, com penetração profunda e ela cavalgando até gozarem juntos.
Por que Marcus fez o presente de madeira?
Pra se desculpar por ter largado Sophia antes, reacendendo o tesão com um toque que leva ao sexo selvagem.
A história tem final feliz?
Não exatamente—o fogo reacende, mas fofocas no hospital ameaçam a reputação dela após a putaria no estacionamento. ]





