Risco de Ruína no Varanda do Vizinho de Dao

Sussurros ao luar e membros entrelaçados desafiam os olhos da vila em um poleiro perigoso

O

Os Véus de Coral das Êxtases das Marés de Dao

EPISÓDIO 5

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O cheiro salgado do ar do mar encheu meus pulmões enquanto eu ficava na minha varanda com vista para a vila litorânea agitada. Era o entardecer, o sol se pondo baixo, pintando as ondas em tons de laranja e rosa. Minha casa, uma villa modesta de dois andares no topo do penhasco, tinha sido meu santuário desde que minha esposa faleceu há dois anos. Mas naquela noite, ela parecia viva com uma promessa proibida. Dao Mongkol, a gata de 25 anos da casa ao lado, vinha me lançando aqueles olhares demorados há semanas. Magra e sonhadora, com cabelo castanho ondulado longo caindo como as ondas lá embaixo, sua pele morena quente brilhava na luz que se apagava. Seus olhos castanhos escuros guardavam um fogo romântico que desmentia os sussurros conservadores da vila. Os fofoqueiros da vila tavam no auge — Dao tava prometida pro Somsak, o pescador durão que mandava nas expectativas da família dela com tradição de ferro. Mas ali tava ela, escorregando pela cerca viva num vestidinho de praia simples que abraçava seu corpo magro de 1,68m, seus peitos médios subindo a cada respiração nervosa. Eu a via se aproximando, coração batendo forte. A varanda era semi-pública; lá embaixo, os moradores passeavam pelo caminho, lanternas acendendo. Um som errado, um olhar perdido pra cima, e era a ruína. Mas esse risco só aumentava a atração entre a gente. Ela parou no corrimão, seu rosto ovalado virando pra mim com um sorriso tímido, vento bagunçando o cabelo. 'Rafe', ela sussurrou, com sotaque tailandês suave e melódico, 'não aguentei ficar longe.' Eu me aproximei, o piso de madeira rangendo de leve sob meus pés. Aos 45, viúvo e ainda em forma dos anos no mar, eu me sentia vivo de novo. A presença dela acordava algo primal, romântico. O ar...

Risco de Ruína no Varanda do Vizinho de Dao
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Dao Mongkol

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